quarta-feira, maio 20, 2009

Linguagem imperial

O de baixo é um pobre louco que julga ser Napoleão Bonaparte. Eu é que sou o vero...


O de cima julga que é o Napoleão, mas está enganado é apenas napoleão de hospício, eu é que sou o verdadeiro...
Nós somos a Máfia boa
Dos tolos eu sou padrinho
Vamos conquistar Lisboa
Domesticar o povinho...
Eu sinto-me um bonaparte
Bem melhor do que o Santana
O Sócrates não tem arte
É um frouxo e um banana!
Eu sim, sou Napoleão,
Cabo de guerra sem par
Dizem que sou charlatão
Minha guerra é... charlatar...
Charlatando e rindo vou
Levando água ao moinho
Moinho de vento eu sou
Movido a vento e... a vinho...
Marítimo vou treinando
Bebendo ponchas sem fim
O povo? Vou fornicando
Mas sempre a votar em mim!

3 comentários:

Maria Faia disse...

Pois é Amigo Rouxinol,
A verdade é que, com todas as tropelias, faltas de educação e ética política, esse cavalheiro vai ganhando, impávido e sereno, as eleições na Madeira.
È um novo ditador que não tolera o contraditório e, se alguém não concorda com os seus disparates, acaba com os subsídiozitos que vai dando às instituições. Não foi o que aconteceu com o Marítimo?

Um abraço,

Maria Faia

rouxinol de Bernardim disse...

Ele sabe-a toda. Quem não amocha... ele fornica!

Era altura de o fornicar nas urnas!!!

Furia do Cajado disse...

Bona-parte é que de certeza não será