sábado, março 07, 2009

QIMONDA & GLOBALIZAÇÃO


Se há algo que me indigna é a utilização de certos episódios laterais como arma de arremesso político. O prazer de contemplar a «terra queimada», o sorriso dos que apostam no «quanto pior melhor», o ar de euforia dos abustres vendo um cadáver iminente...
A Qimonda é um problema grave, de implicações tão vastas (a que não é alheio o fenómeno da globalização) que, querer imputar ao governo os recentes episódios é de uma imaturidade gritante!
A oposição deveria sentir na pele o que sofrem estes jovens na iminência de poderem perder o posto de trabalho; devia apoiar o governo em iniciativas conducentes a eventual uso alternativo destas potencialidades (capital humano e tecnológico...).
No entanto assiste-se por vezes a um discurso de euforia perante um colapso iminente, de quem vive a explorar a desgraça alheia. Isso não é oposição patriótica: os que gozam com a situação na iminência de colherem dividendos deveriam ser mais comedidos na sua postura pouco saudável em termos mentais. É problema de mente que se trata, embora para certas entidades, possa ser mal incurável...

2 comentários:

Sonia Schmorantz disse...

Hoje só vim desejar um bom final de semana e agradecer pelas visitas.
um abraço

rouxinol de Bernardim disse...

Sonia:

Obrigado e muito sol para si!

Que Deus a conserve na alegria dessa eterna juventude!