rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.

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sexta-feira, março 28, 2008

Mariluz morta às mãos de pedófilo...


Mariluz a criança espanhola (Huelva) há tempos desaparecida, agora encontrada morta...
O cancro da pedofilia volta a mostrar a sua faceta mais repugante. A criança de Huelva (há tempos desaparecida) apareceu morta. O suspeito número um (um tal Santiago, pedófilo com antecedentes criminais) assumiu ter estado com ela e ter «assistido» à sua morte...
Este flagelo (a pedofilia) tem que ser encarado de frente. A homossexualidade é algo de aberrante e pouco aceitável para a maioria dos cidadãos, mas quanto à pedofilia, então, é a criminalidade mais abjecta, mais hedionda, mais digna de repulsa!
Até quando isto irá continuar a encher os noticiários? Até quando irá assistir-se a este degradante espectáculo?
É urgente tomar medidas a nível global (isto é, quer se queira quer não) uma variante do terrorismo! Há que ir à génese da problemática e enfrentar a causa de tudo isto. Se é necessário tratamento, que se vá até onde for possível para estancar esta epidemia, este cancro social de proporções cada vez mais alarmantes! Se o tratamento não surtir efeito, há que tomar medidas preventivas sérias e seguras. Há que alertar a sociedade para estes facínoras que não são mais que animalescos monstros, que importa denunciar publicamente e colocar em guetos ou locais seguros, para garantia de segurança da comunidade. O interesse público deve sobrepôr-se a eventuais danos ou limitações de ordem privada. O chamado «garantismo» (na acepção legalista do conceito) deve subordinar-se ao «pragmatismo »!
A Europa deve reflectir sobre este tipo de terrorismo que ganha cada vez mais impacto. Há que tomar medidas com eficácia, sob pena de continuarmos a assistir a barbaridades sem conta, a monstruosidades de cariz selvagem. É o mundo novo, a Europa de futuro, a salvaguarda das novas gerações que nos impõem um novo olhar sobre este dramático desenlace. Há que agir e não chorar sobre o leite derramado. A repressão só por si não chega, há que ir mais longe e mais fundo.

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