
Era digno de se ver
Lá ia todo lampeiro
A Fátima e ao Sameiro
Era preciso vencer!
O clube do coração
Tinha sempre que ganhar
A derrota, nem pensar...
Parecia uma obsessão!
Era paixão doentia
Rezava que se fartava
À Virgem lá implorava
A Fátima... a pé lá ia!...
A Virgem falou um dia
Milagre 'inda hoje lembrado
Disse-lhe que era pecado
Aquilo que lhe pedia!...
Toda a gente ouviu a voz
E ficou a meditar
Era pecado rezar
Mas que coisa mais atroz!!!
Ela falou de voz viva
Estrava mesmo zangada:
«NÃO PODE SER VICIADA
A VERDADE DESPORTIVA!»
«DEUS, ESSE JUIZ SUPREMO
NÃO SE DEIXA SUBORNAR
O MELHOR DEVE GANHAR
NO JOGO, LÁ NO TERRENO!»
NOTA: COM A DEVIDA VÉNIA ESTE POEMA FOI EXTRAÍDO DO SEMANÁRIO SOL (RUBRICA BLOGUES) :- sol.sapo.pt/blogs/ramodebarro
NOTA DO AUTOR: Com respeito pelas coisas de Deus deve-se dizer que isto é ficção; mas a ficção procura estar de bem com a pedagogia.Era bom que alguns senhores lessem este texto e meditassem. Julgam que o dinheiro tudo compra mas a Deus não conseguem subornar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário