rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.

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quinta-feira, novembro 13, 2008

Compradores de almas!... andam por aí!!!

Estava num café da Póvoa de Varzim, e um conhecido advogado afiançava para o dono do café:«Macedo Vieira é igualzinho a S. Pedro!»
O outro replicou: «Também é chefe de uma Igreja?»
Que não, respondeu o outro, era apenas excelente pescador de almas...

Vem este intróito a propósito do divórcio de Madona. Ela e o cônjuge andam a tentar aliciar os empregados para serem seus defensores no processo, a fim de ficarem com a custódia dos filhos... após o divórcio.

Está em leilão o seu testemunho, e cada qual vai subindo a parada perante as exigêncios dos vendáveis empregados.

Em tempos houve um sujeito que se prontificou a «comprar jornalistas» para ajudarem na campanha de Carrilho para a câmara de Lisboa. Este contou que recusou liminarmente tão odiosa proposta. O certo é que o «comprador de almas» foi ofertar os seus préstimos ao adversário que viria a triunfar, na corrida à tal câmara!...

Consta que tal «comprador de almas» depois de ter sido responsável por determinado sector ligado ao Sporting Clube de Portugal, foi doar-se (vender-se) de alma e coração ao eterno rival, Benfica.

Consta agora, nos mentideros da tribo do futebol, que anda a encaminhar as suas generosas ofertas, com igual despudor, ao rival do norte...

Será uma nova forma de prostituição?!
Shakespear, se fosse vivo, mudaria aquela célebre asserção: «A vida é um palco e todos somos actores», para «A vida é um desfilar de prostitutas, mudando de prostíbulo consoante os incentivos monetários!»

E não querem lá ver que eu é que sou o burro, eu é que estou no caminho errado, eu é que sou o ingénuo, eu é que ainda não me adaptei?!!!

Quando vejo os padres de algumas paróquias a mudarem de camisola consoante o partido que está na mó de cima, quando vejo tanta coisa para subir na vida, ascender ao topo (na política, na profissão, na associação...) eu cada vez mais digo como aquele que mataram e pregaram na cruz: «o meu reino não é deste mundo!», ou , talvez melhor :«o meu mundo não é deste reino!»...
A chulice é quem mais ordena!

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