
«E nós não podemos evitar isso?»
«Não interessa. Nós temos de aproveitar e onda e juntarmo-nos aos especuladores... depois, quando a Europa estiver completamente falida... vamos adquiri-la em saldo... no leilão que vai acontecer mais ano menos ano!»
Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.
2 comentários:
Um dos grandes responsáveis (responsável espiritual e não só), desta situação é o presidente Báráque: na "crise", os Bancos portugueses falidos, os dirigentes, sem saberem que fazer, a governar à vista, desataram a imitar o Báráque, porque estavam embasbacados por ele e aquela lição de democracia da América, blablabla: vamos injetar dinheiro na economia, ajudar os Bancos, as empresas (Ó Quimoda!), vamos reparar estradas, escolas etc. etc., o défice não importa; mas importava, subiu e deu nisto. boa semana
Vai haver uma regressão profunda na economia europeia e os Portugueses vão voltar-se para o sector primário, há muito abandonado,vai renascer a pequena indústria , o pequeno comércio moribundo e falido vai ter de recuperar para sobrevivermos das cinzas.Portugal está um país envelhecido, a taxa de natalidade é baixíssima e não há sobrevivência possível sem o arranque demográfico que só existirá quando aos jovens forem concedidas condições ( trabalho, casa, família...). Não há país que desenvolva quando o seu crescimento natural ( saldo fisiológico) é negativo ou quase.
Bem-hajas, Rouxinol!
Beijinhos
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