segunda-feira, julho 06, 2009

Estado de Direito, isto?!




O «borracho» diz que se está «cagando» para o Estado de direito!

O senhor primeiro-ministro também estará?!

Ó senhor Primeiro-ministro, francamente!!!
Num contexto pré-eleitoral, onde todos os cuidados são poucos para não dar uma má imagem de um executivo tão fragilizado, o senhor aceita de boa mente que um ministro do seu governo no exercício de funções pactue com uma ofensa aos tribunais?!
Num Estado de Direito deve haver respeito por todas as instituições. «Sagrado», segundo disse há dias o Senhor PR.
E o senhor permite que ainda continue no governo, num governo de todos nós, alguém que compactuou com um atentado ao mesmo Estado de Direito?
Que moral terá o seu governo, daqui para a frente, para ser respeitado?
Quem compactua com um atentado hostil ao Estado de Direito, e não pode alegar ignorância ou ingenuidade, deve ser sancionado.
Por que espera para exonerar o ministro que ousou integrar uma lista para as eleições no Sport Lisboa e Benfica, sabendo de fonte segura, que os tribunais haviam declarado a não legitimidade ao líder da lista em causa?!
Será que andamos a brincar ao Estado de Direito?!

domingo, julho 05, 2009

Carta a D. Jorge Ortiga




Será lícito um padre concorrer a um cargo político e continuar no seu múnus sacerdotal?
Julgo que a pergunta é pertinente e, sobretudo no actual contexto, merece reflexão.
Não é por causa do padre de Nine (V N Famalicão) (ver aqui...) que estou a abordar o tema.
Há muito que me preocupa esta temática a ponto de a fazer divulgar no sentido de partilharem comigo estas preocupações diversas entidades.
Na minha qualidade de politólogo e pedagogo (já com obras publicadas) cumpre-me fazer eco de preocupações colectivas. Será que o direito canónico permite esta liberdade? Deveria permitir?
Creio que o assunto é complexo e delicado. Da mesma forma que o CSM aconselhou os juizes a não se envolverem nos meandros do futebol há quem pense que a Igreja deveria aconselhar os seus clérigos a não se envolverem nos sinistros meandros da política. No entanto julgo que é mais transparente uma candidatura a um lugar deliberativo (AM) do que estar por trás, a apoiar leviana e hipocritamente candidaturas, servindo de «comissário político», sendo utilizado como membro de «comissão de honra» ou usando o púlpito para servir de turibulário ao poder instalado.
Isso ainda é mais grave e intolerável!

O calor aperta...

s
Esta joga futebol feminino. Quer reintroduzi-lo na Junqueira. Dizem alguns (que não eu...) que o que ela quer é ser presidente da junta... Será ?!
Esse toque de classe
Só estética e pragmatismo
Diz que à bola sabe jogar
Também tem «classe» sem snobismo...
Simples e desprendida és
Se bem que... eu nem tudo conheça
Só sei que és tão boa de pés
Como excelente... de cabeça...
Nos cantos... sabes ir acima
Voar bem alto entre as centrais
Tua garra a todas anima
Os «nós cegos» são geniais...
A mestria do teu jogar
Cultura táctica total
Fazem de ti, «Bé», lapidar
Sei lá... mereces vinte e tal...
A bancada não só delira
Como se rende... à evidência
Além de seres... moça gira
Tens o dom da sã convivência!
Nota: Não é da minha idade nem das minhas relações de amizade. Mas o namorado, que conheço,
diz que tem medo que ela ainda vá para o Atlético de Madrid... sei lá, está lá o CR7!... Será?
Eu garanto que ela não dá o telefone a ninguém!

Carta-Aberta ao Presidente da República


Cavaco Silva, Presidente da República, a propósito da cena feita pelo ministro Manuel Pinho:
«O respeito pelas instituições é sagrado!»


Senhor Presidente da República:

Excelência,

Os meus respeitosos cumprimentos.
Ao ouvir a sua afirmação sobre o carácter «sagrado» das instituições não posso deixar de sorrir e de ironizar. É que V. Excelência tem dois pesos e duas medidas. Será que a INSTITUIÇÃO Assembleia Regional da Madeira não merece respeito?
Será que a afirmação de Alberto Jardim («um bando de loucos!») não merecia ser alvo de uma intervenção por parte de V. Excelência? Um reparo firme e recriminatório.

Reconheço que a atitude do ministro Pinho foi pouco ética, pouco feliz, pouco convencional.
E a de Jardim? E as que Jardim vai protagonizando ao longo dos tempos?
Pinho usou uma metáfora para dizer que o povo de Aljustrel trinha «atraiçoado» o PCP e não que o deputado do PCP seria «corno»...Pior disse o deputado Martins do PSD quando chamou aquele nome feio a Candal do PS...

Onde estava V. Excelência quando ele fez aquelas ( Jardim, claro) afirmações? Limitou-se a um púdico e pouco corajoso «dever de reserva»... E optou pelo silêncio de Conrado...

Não creio que V. Excelência seja o Presidente da República que nós precisamos. Veja:

Foi contristado com a sua postura face ao que se desenrolava no país em que V. Excelência fazia afirmações populistas do género «o povo português não é corrupto»,__ como se alguma vez estivesse em causa o povo, esse honrado povo que paga impostos e cumpre rigorosamente as leis mas que é vilipendiado pela Justiça__ que me demiti do partido em que ambos militávamos.

Na minha carta de demissão (acima, clicar para ver...) aludi a situações que proliferavam (e haveriam de proliferar...) e não eram de molde a augurar bom futuro para o pasís e para o governo que V. Excelência superiormente conduzia.

O país viria a castigar o PSD um pouco depois, de forma categórica. V. Excelência, após algum tempo de «travessia no deserto», surgiu, com ar imaculado, pronto a regenerar a imagem. O povo (que não eu) deu-lhe o seu voto e alçapremou-o à suprema Magistratura da Nação.

Agora, quando a justiça é olhada com desdém pelo comum dos cidadãos (por mim também, por motivos bem explícitados neste blog...), quando os políticos (lato sensu) são apodados de tudo e mais alguma coisa, quando a economia é um reflexo de todo um conglomerado de variáveis todas confluindo num laxismo cúmplice, numa falta de sensibilidade para a ética e para o escrúpulo, receio bem que V. Excelência comece a entrar também em «derrapagem»...

Todo o piloto deve ter um bom pendura para o alertar dos perigos. Sei-o por experiência própria.

Daí este meu desabafo que, espero, o vá alertando para as malhas que a corrupção tece... e é causa de derrapagens a vários níveis: moral, cívico, ético, económico-financeiro...

Respeitosamente:


O militante da Democracia
José Manuel Figueiredo Leite de Sá

sábado, julho 04, 2009

ESCANDALOSO, OBSCENO!!!

O Tribunal de Contas informa que no tocante ao ano de 2007 o «Jornal da Madeira» teve um prejuízo acumulado de 33 milhões de euros!

Ora este jornal detido maioritariamente pelo Governo regional (gratuito e com uma tiragem de 15.000 exemplares) continua a ser um sorvedouro inesgotável de dinheiros públicos. A passividade , o pasmo é geral!!!

Quanto se faria com este valor? Quantas crianças em África e em locais onde grassa a fome e a miséria poderiam alimentar-se e evitar de morrerem à fome?

Senhor cardeal-patriarca, sabe o que significa o termo «custo de oportunidade»?
O senhor, que não tem o "dever de reserva" não pode deixar de se pronunciar!
Isto é que é a obscenidade máxima, o despudor, a mais gritante pouca vergonha!
Tanto desemprego, tanta miséria oculta, tanta fome à solta e... vemos isto!

Dra Manuela Ferreira Leite, diga de sua justiça ! Não grite girândolas propa gandísticas sobre a VERDADE! Assuma com o seu SILÊNCIO ou com a sua DENÚNCIA a sua posição sobre esta «blasfémia»? Não basta ser sério é preciso ao menos parecê-lo! A mulher de César não pode ser Frei Tomás!

O país, os portugueses que anseiam pela VERDADE, exigem-no!

CALAR ISTO É PACTUAR, É SER CONIVENTE!

Nota: Não estou a fazer política partidária. O saneamento moral e cívico é um imperativo nacional e atinge todos os partidos. A pouca vergonha é colectiva e não é só na Madeira. Há «jardins» por esse país fora!

VIVE LA FRANCE!





A Marselhesa aqui. O hino. A italiana aqui ao lado.O Presidente, acima.
De 4 a 14 de Julho (Data da Tomada da Bastilha) a França cultiva o patriotismo sadio...

CACIQUISMO: clerical e mediático!







O estudo do antigo regime mostrou uma profunda ligação (dir-se-ia umbilical) entre a Igreja e o Estado Novo. Desde o cardeal Cerejeira a Salazar havia todo um culto de personalidades e de sujeições calculadas que foram plasmando os contornos de um fascismo lusitano que, diferente do italiano, tinha similitudes inquestionáveis. O «modus faciendi» era diferente, apenas...
O uso da imprensa, e dos media em geral, de forma obsessiva, para inculcar no povo as virtudes da «ordem», da «obediência», da «sujeição», foi notório. Quem fosse denunciante de injustiças corria o risco de ir para o Tarrafal, só eram aceites (quiçá premiadas, as denúncias que visassem os detractores do regime...), quem criticasse publicamente (e até em privado) o governo tinha que ir a tribunal defender-se de acusações pícaras...
E AGORA, O QUE SE PASSA?
A situação em termos políticos mudou mas as mentalidades estão aí, cultivando fanaticamente valores de contornos fascizantes. Vimos o falecido cónego Melo, em Braga e no país inteiro a cultuar o poder local de forma exacerbada, não se coibindo de ir a um banquete homenagear um homem acusado publicamente de corrupção (Domingos Névoa) discursando num autêntico exercício de pressão sobre a justiça. Sem que os seus superiores o verberassem (talvez o fizessem em privado, há que dar o benefício da dúvida...). Triste figura isso foi, sem sombra de dúvidas.
O que vemos por aí fora? Padres de várias paróquias fomentando nas homilias dominicais o culto ao poder de forma descarada, inibindo as críticas, dizendo abertamente que é preciso dizer bem das autoridades. Há casos aberrantes. Claro que esse discurso laudatório tem contrapartidas. Há autênticos «excessos de generosidade» que são uma forma de «capturar» (como diria Saldanha Sanches... ao conúbio poder local-justiça!) o «poder clerical»... Isto passa-se à direita e também à esquerda.
Enfim, o tema é escaldante e sei que é «carapuça» que enfia em muitas cabeças.
Mas ninguém pense que o fascismo foi erradicado de vez. Os tenentes do poder procuram sob os mais hábeis artifícios usar a propensão laudatória e a pastorícia do servilismo ao poder como trunfos eleitoralistas!
E, honra lhes seja feita, conseguem resultados extraordinários!!!
Povo não deve dizer mal
Dizia o padre no sermão
Pastor de um povo serviçal
E castrado... «a Bem da Nação»!
Resignado, carácter fraco,
O povo era domesticado
Metido lá no seu buraco
Quiçá... auto-amordaçado!...
Dizer mal, não!, era «pecado»!
Coisa feia, maledicência...
Lá ia o povo escravizado
Sempre curvado à prepotência!
Fascismo nunca mais!, não quero!
Mas anda por aí, bem vemos
Padre-cacique não venero
Cultua o poder... bem sabemos.
Faz apelo à «resignação»
Não denuncia a injustiça
Trela que o poder tem na mão
Trela-homilia... lá na missa...

O que disse Manuel Pinho!


O que disse o ministro:« Os palitos políticos, como em tempos referiu José Sócrates, deveriam unir-se, a direita e a esquerda unidas, apoiando o que fiz pelo povo de Aljustrel!»
Isto vi eu pela leitura dos lábios do ministro__ e a mímica é perfeitamente lógica face ao seu discurso__ e foi interpretado como se fosse uma grande ofensa à democracia!!!

Vem agora o PR qual Frei Tomás, dizer alto e bom som que a «defesa das instituições é sagrada!»

Ridículo, patético, hilariante!!!

Onde foram ofendidas as instituições? Foram sim, quando Jardim disse que a «Assembleia Regional da Madeira era um bando de loucos!»

Que disse então o PR?!

Nada, meteu o rabinho entre as pernas e exclamou: «tenho o dever de reserva!»

Na esteira do que tem sido o meu papel, neste blog. cumpre-me defender os «Humilhados e Ofendidos»... o homem, pelo que disse (segundo o que li através da mímica, como acima se expõe), merecia saír em ombros!!!


Muito bem rouxinol, mereces também tu uma estátua... e uma volta à arena!
Essa dos «palitos políticos» também eu ouvi...

Altar do mundo!


Portugal é, continua a ser, o «altar do mundo»! Depois do «Santo Condestável» temos gente capaz de ir para o altar sem deixar mal o nome do País!

sexta-feira, julho 03, 2009

O cruzar a perna...


O teu cruzar de pernas, com mestria
Arte de sedução; do céu a fonte,
Deixando imaginar como seria
Terno e sedutor, de vénus o monte!
Cabelo-seda, toque de cetim,
Deusa no olimpo, deusa sem par
A prometer o mel, o alecrim
A conjugar, enfim, o verbo amar...
Oásis de ternura, no deserto
Da amargura sem fim, da solidão
Bálsamo doce que mantém desperto
Esse despertador... do coração!

David Mourão Ferreira




Dele disse Lili Caneças: «eu no fulgor da mocidade, com aquela mini-saia tentadora, punha-me ao cimo das escadas e fazia de conta que ia acender o cigarro, então ele, pressuroso, subia as escadas para me acender...»
Enfim, nem Marlon Brando conseguiu conquistá-la, tal o empenho e o empertigamento que pôs na defesa do «virgo», daí ser legítimo perguntar:
Será que David Mourão Ferreira estava a pensar nela quando escreveu isto?
O desenho redondo do teu seio
Tornava-te mais cálida, mais nua
Quando eu pensava nele... Imaginei-o,
À beira-mar, de noite, havendo lua...
Talvez a espuma, vindo, conseguisse
Ornar-te o busto de uma renda leve
E a lua, ao ver-te nua, descobrisse,
Então a branca irmã que nunca teve...
Pelo que no teu colo há de suspenso
Te supunham as ondas uma delas
Todo o teu corpo iluminado, tenso,
Era um convite lúcido às estrelas...

Eu posso cometer muitas gaffes mas nunca faria algo parecido com aqueles «palitos» do ministro da economia!... é que as minhas mãos não vão lá, sequer!... e depois tenho outra estabilidade psicológica como podem ver!!!

quinta-feira, julho 02, 2009

Preso na gaiola! Amarrado ao pelourinho do poder!...

Exige-se transparência
Por isso é que estou assim
Sou pobre, já na indigência
Peço-vos: votai em mim!


S. João libertai-me deste pesadelo interminável! o poder é uma canga!
O poder não me consola
Não posso mais suportar
Sinto-me numa gaiola
Impedido de voar!
Amarrado a um pelourinho
Sinto a angústa... de mandar...
Do poder já estou fartinho
Não quero mais o lugar!
Aqui só e agrilhoado
Não é leme, é jugo, é canga!
Já me sinto atraiçoado
Por esta tropa fandanga!...
Ó S. João libertai-me
Mártir... «em nome da rosa»
Do vil poder apeai-me
Esta vida é odiosa!!!
Nota Final: O povo bate palmas, frenético, sente a música e vibra com emoção... o povo libertador!

Síndrome de Estocolmo já está em Portugal?!


Com festas e bolos... vou marcando muitos golos...
Tal como em Roma, o meu lema vitorioso é: «com circo e pão tenho o poder na mão!»



O «furacão Mike Mike» em Braga tem sido devastador... mas só ataca alguns outdoors...
A comunidade científica anda a estudar e aprofundar esta pandemia. A síndrome de Estocolmo leva as vítimas a identificarem-se e a submeterem-se facilmente aos seus carrascos...
Vem a talho de foice dizer que na Madeira, Alberto João Jardim afirma categórico: «Só loucos aplaudem os seus carrascos!» Sabendo-se que ele apodou de bando de loucos os deputados da AR da Madeira (onde os sociais-democratas estão em larga maioria...) é crível que a carapuça seja enfiada pelos madeirenses... os «loucos» a que ele se refere e que se fartam de o aplaudir...
Mutatis mutandis, em Braga também há uma etiologia semelhante, a patogénese é em tudo similar, mas de caldo de cultura rosa e não laranja...

Um "sol" brilhou em Vila do Conde...

Sónia Araújo, a diva da «Praça da Alegria»...





Hoje o sol foi ofuscado
Um milagre se afigura
Um sol novo, aqui chegado
Refulgiu a grande altura!



O astro-rei eclipsou
Este sol tão lucilante
Toda a cidade parou
P'ra ver este sol-falante!


Sónia Araújo, que estrela!
Irradiando alegria
Na praça, dá gosto vê-la
Só fulgor e simpatia!

Vila do Conde ficou
De coração a exaltar
Ciumento o sol chorou
Por ver outro sol brilhar!



Sónia Araújo e Jorge Gabriel, a dupla da Praça da Alegria brilharam em Vila do Conde, hoje 1 de Julho de 2009

O famigerado «Dever de Reserva»...

Rui Moreira não concordou com a intervenção do PR

O PR estará a ser caixa de ressonância de Manuela Ferreira Leite?



Um PR tem que o ser sempre em nome de todos os portugueses. Deve actuar ao serviço da colectividade e não de interesses particulares. A intervenção pública do PR no tocante ao negócio empresarial PT - PRISA (onde se inclui a TVI) foi criticada por Rui Moreira de forma lúcida e coerente, na minha modesta opinião.
A separação de poderes (tão querida ao PR no tocante ao «Estatuto dos Açores»), foi agora beliscada de forma excessiva pelo PR.
Ele, que tantas vezes invoca o famigerado «dever de reserva» para se calar (silêncios ensurdecedores como aquele em que Jardim agrediu de forma insolente toda a AR da Madeira- apodando de «bando de loucos» todos os deputados eleitos pelo povo madeirense!) deveria ser mais prudente. Este negócio que viria a ser abortado pelo governo (com receio de que a oposição numa campanha de vitimização excessiva colhesse dividendos...) deveria ser concluído sem a interferência do PR. Este só deveria actuar, na minha modesta opinião, se, depois de consumado, se se viesse a verificar coacção sobre a linha editorial da TVI. Assim, fazendo eco de um sussurro da oposição__ quiçá infundamentado, sem provas, apenas um processo de intenções foi levantado...__ o PR veio à liça, colocar-se ao lado desses sussurros, de forma parcial, pouco isenta e com uma seridade duvidosa.
Já tenho referido várias vezes mas volto a repetir, não tenho partido, não sei ainda em quem irei votar, mas como cidadão atento e responsável, não gostei desta intervenção alarmista e pouco ética do PR. Era bom que não se colasse, qual «emplastro da Dra Ferreira Leite», nem servisse de caixa de ressonância das oposições.
Aqui sim, impunha-se o dever de reserva! agiu antes de qualquer facto lesivo do regular funcionamento da democracia. Foi na onda de comentários alarmistas e excessivos.
Imagine-se que Sócrates ganha o próximo acto eleitoral e o negócio avança.
Imagine-se que Sócrates ganha as próximas eleições e o investimento no TGV avança.
Que dirá então o PR?
Rui Moreira, lá do seu cantinho tripeiro, está atento. Todo o país aguarda os próximos capítulos.
Mas que houve falta de isenção do PR, isso houve! e é pena que tal aconteça! o princípio da separação de poderes não deve ser metido entre parêntesis!

quarta-feira, julho 01, 2009

Caritas in Veritate



To: omet@ossrom.va

__Meu caro rouxinol, lê a nova encíclica «Caritas in Veritate» e começarás a ser mais moderado nas tuas críticas. A corrupção existe em todo o lado. Não penses que vais mudar o mundo. A Madeira, Braga, são locais onde impera um sacro sentimento de tolerância para com essas pequenas prevaricações, esse vícios processuais.

__Mas, Vossa Santidade apoia essas práticas? Sabe que esses prejuízos davam para alimentar milhões de crianças em África ou na Ásia? Maria José Morgado dizia há dias que é o pior «imposto» que existe no país? Achais bem que lá fora se saiba disto? Será que vai fomentar o afluxo de capitais? Será que vai atraír potenciais investidores? Será que é bom para a retoma?

__É claro que não acho, mas que vais tu fazer ? Deu-te algum resultado combateres o presidente da câmara de Vila do Conde? Ele está rico que nem um marajá e tu ficaste na pior, julgas que alguém sabe a verdade? Sei eu, porque li o teu blog mas a maioria nem sequer sabe que existes...

Contenta-te com o céu. Não tenhas a ambição de mudar o mundo. Os que chamas corruptos são tão bons para a Igreja que os seus pecados estão à partida, branqueados. Essas dádivas funcionam e atraem «indulgências». Quanto maiores, mais apoios terão os dadores...Não sejas «calvinista»! Rende-te à evidência! Os corruptos protegidos pela Igreja sairão vencedores, porque eles serão sempre bem-amados. Tu e aqueles como tu não compreendem o alcance das «indulgências!...

HELENA ISABEL


Helena Isabel

Vinho-do-Porto-Mulher
Com glamour no ADN
Um vulcão, só quando quer
Também oásis perene!
Vera classe, distinção!
Senhora de ar senhoril
Uma Dama de eleição
Rainha de encantos mil!...
No seu porte majestático
Plebeia no conviver
Tem no sorriso simpático
Abril... no alvorecer!
Fogosa e bela de rosto
Alma pura a cintilar
Brilhante... luar de Agosto
Que inebria e faz sonhar...

terça-feira, junho 30, 2009

Oração sentida!




__Meu Deus, Vos peço, vos imploro que me concedais mais quatro anos de mandato para concluír o meu projecto. Tenho tanta paixão por Braga, tenho ainda tanto para dar a esta linda cidade, que seria uma tragédia eu não ganhar novamente. Dai-me uma nova maioria absoluta para eu poder actuar à rédea solta, prometo novas estátuas ao clero, novas homenagens a figuras gradas, prometo
ser o braço armado da Igreja neste distrito. Sabeis que estou pobre, muito pobre, mal ganho para sustentar os vícios de toda uma seita que me rodeia e que me suga até à medula, mas prometo continuar este combate contra a ignorância, contra a maledicência, contra os que nada fazem e só sabem dizer mal... Por isso, meu Deus, não me desampareis nesta hora decisiva! Fazei que esta minha paixão pelo cargo... perdão, pela cidade de Braga, seja concretizada através de um novo mandato! que me dizeis, meu Deus, posso confiar em Vós?!
Deus, lá do Seu Império Celestial, com voz trovejante, exclamou:
_-Vai dar uma volta ao bilhar grande seu badameco! Estás podre de rico, andas a engraxar os padres e a levá-los para o caminho do pecado, és o maior mafarrico do poder local, vai, chifrudo de uma figa, vai dar uma curva e dá o lugar a outro, menos fanfarrão, menos narciso, menos triunfalista ! Já tenho lugar para ti no no Império das Trevas: vais substituír o Belzebú, que está velho e cansado, já não faz grandes malfeitorias, tu sim, com o teu currículo, vais pôr o inferno ainda mais diabólico! Já lá tens lugar cativo!

Golpe nas Honduras: «25 de Abril» ou «28 de Maio»?

O golpe de Estado feito pelos militares, alegadamente a pedido do Supremo Tribunal de Justiça,
vai dividir a comunidade internacional.

Será legítima a perpetuação no poder do presidente Zelaya? Ainda que «legitimada» por normas legais, e adentro do quadro constitucional?
Hugo Chavez, na «sua» campanha para sancionar uma nova «oligarquia» que se pretende perpetuar no poder a pretexto de melhor defender o «povo», diz que sim. Ele está inserido numa estratégia que visa afrontar o «imperialismo americano» e criar «estabilidade» na América Latina.
Os militares hodurenhos pensam de outra forma.

Nas Honduras a contestação popular começa a mexer-se nas ruas (ver Público). Hugo Chavez ameaça intervir para «repor» o «status quo ante». Os americanos como vão reagir?