
Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.
domingo, julho 08, 2007

sábado, julho 07, 2007
A "Choldra" continua: o "vista grossa" anda por aí!


Eu, "O BICHO", me confesso...


sexta-feira, julho 06, 2007
O ódio, inimigo da lucidez!
Ele anda por aí! Acusando os adversários (possíveis e imaginários) de serem doentes, de terem taras, de serem invejosos...
Está de novo em crise. Precisa de ser avaliado e medicado.
Não, não me refiro a ninguém em especial. Refiro-me a um sentimento: o ódio.
Ele cresce, qual erva daninha, no jardim da democracia. Usa o vitupério, a calúnia gratuita, o ataque pessoal, a esmo.
Há que ter contenção. Há que ir à génese das coisas. Quando o poder se sente acossado, passa ao ataque, é o chamado "salto em frente". Estilo, «chama-lhe "ladrão" antes que ele te chame a ti». É a estratégia de antecipação, como disse um dia (aliás, escreveu num célebre papelinho que entregou a um subdirector de um jornal, na Madeira) um conhecido governante muito amante da autonomia...
A lucidez é uma chama viva e incandescente na mente da verdade. Só ela pode ser o garante da democracia e da transparência. Isto de chamar "f.d.p." a torto e a direito, seja ao primeiro-ministro, seja à ministra da educação, seja ao ministro da saúde ou ao cidadão comum, é baixo, aviltante, repugnante. Se alguém cometeu um crime, sim senhor, puna-se e chame-se à justiça para pagar as suas culpas. Agora andar de punhal na mão, sempre a esburacar (estilo "Jack o estripador") é de uma cobardia imensa, de uma cretinice gratuita, de um cinismo repugnante, de uma canalhice pegada!
Se um vereador da oposição errou, diga-se onde e como errou, não se insulte de "esquizofrénico", "paranóico", de ter "obsessão mediática", de querer "protagonismo"... isso é ataque pessoal gratuito, isso é linchamento verbal, é nojento e indigno. Distorcer a verdade (para auto-defesa) e depois vir a público chamar "capcioso" a quem tem por companhia a verdade, a quem tem por lema a transparência, é de uma ignomínia sem nome, de um achincalhamento a todos os títulos condenável.
O ódio é mau, o ódio é desprezível, o ódio é nojento.
Quem se sente lesado recorre à justiça e pede uma indemnização. Agora andar a fazer queixinhas, andar na praça pública recorrendo aos media com profusão, apresentando "sinais exteriores de violência", como aquelas mulheres que inventam ter sido agredidas para legitimarem compaixão (ou algo mais) é indigno de um democrata, é indigno de um homem que se preze. O "coitadinhismo" já foi chão que deu uvas! O povo abriu os olhos e já viu que o "rei vai nu"!...
quinta-feira, julho 05, 2007

quarta-feira, julho 04, 2007
O AFÃ corruptor...

terça-feira, julho 03, 2007
O "Coronel" Dourado no "sertão" futeboleiro...

Os diálogos que se seguem são pura ficção. Por favor, não confundir com a realidade. Esta, dizem os entendidos, é muito pior...
_ Meu caro coronel Dourado então que manda?
-Meu caro, mando-lhe saúde e boa disposição. Que o diabo seja surdo, mas a saúde é o que mais importa. Como vai a família, tudo bem?
-Felizmente bem, graças a Deus. O meu filho mais velho lá acabou a licenciatura, deu jeito aquele empurraozinho do meu coronel... Mandou aquela cadeira que faltava por fax e acabou o curso...
-O fax é muito democrático. Serve para todos. Desde o fax de Macau até ao fax cá do coronel, isto é trigo limpo farinha amparo!... Deus nos dê saudinha amigo Já Não Sinto... Olhe é para lhe dizer que foi nomeado para o tal grande encontro, com a gajada de Lisboa...
- Mas, eu não quero ser usado outra vez, sabe como é, dá nas vistas...
-Lembra-se daquilo do verão passado?!
-Claro que lembro, foi formidável! Pronto, esqueça o que disse, dê ordens patrão!
-Eu quero pelo menos o empate, ouviu! Use a estratágia M e deixe-nos actuar com o plano S!...
-Estratégia M e plano S? Já não recordo...
-Não se faça de tanso! eu estou aqui na tasca do Zé da Aldeia não há perigo de os esbirros da judite andarem por aí... O plano M é o "mergulho na piscina", carago!! Os nossos andam ali perto da área, atiram-se para a piscina e truca! há aquelas faltas cirúrgicas que, de tanto acontecerem, dão golo... Na nossa área nada, claro! Só umas faltinhas inofensivas no meio-campo, até pode ser contra nós, só pra despistar... Mas na deles, é preciso muitas e perigosas... tantas vezes vai o cântaro à fonte... que, numa delas, pode ser golo!
- E o plano S, qual é?!
-Ó pá você não tem ido àquelas reuniões lá no Barco de Camaveses, carago? Não sabe que depois do golo obtido há que dar Sarrafada, e você (e toda a malta do esquema, claro) faz vista grossa, senão... eu quero aquela gajada de Lisboa toda de joelhos perante a Torre dos Clérigos, já passou o tempo em que íamos a Lisboa lamber as botas ao Marquês de Pombal!
-Essa não percebi!
-Você ainda tem nessa caximónia aquela ideia nortista, aquele bairrismo que se entranha cá na mioleira e nunca mais sai, até a terra comer as ossadas. Toda a gente tem carago: polícias, juízes (excepto aquele ingénuo de Gondarém...), professores, árbitros, empresários; a gajada de Lisboa só é boa com os pés prá cova! São uns sulistas, elitistas, sei lá, uns gosmistas, querem tudo para o Terreiro do Paço e nada para os Clérigos. Isto agora mudou, ouviu?
- Conte comigo, meu coronel! e não se esqueça dos "pimentinhos"...
-Não esqueço não! Se a malta ganhar àquela gajada de Lisboa dobro a parada, ouviu?
-Você manda, coronel! Já agora também um pedido: quero ser internacional, veja lá... dê um empurraozinho na classificação, arranje-me sempre bons obseradores...aqueles que só dão notas altas, fixes! Olhe, o meu cunhado, o Escova, aquele empreiteiro que comprou aquele terreno... espera que para o ano já lá possa construír...
-Sim, pá! Estou a dar umas dicas a uns gajos para aquilo andar depressa, eu também tenho interesse nisso, a minha comissão também virá com a autorização.Mas já andei depressa demais aqui num caso recente e deu muito nas vistas... é preciso dar tempo ao tempo...
-Então combinado, meu coronel! A gajada de Lisboa vai levar naquelas ventas que nem sabe onde fica o Marquês!
-Gosto disso, pá... no verão, já sabes, conta comigo outra vez...
Cai o pano. O coronel é beijado sofregamente por uma senhora muito bem apetrechada em termos lácteos e não só... é a D. Judite, do Porto, claro!...
segunda-feira, julho 02, 2007
O "Cristão-novo"!
Era tenente-miliciano e estava numa unidade militar no período ante-25 de Abril.
Ali pontificava um "senhor" oficial do quadro permanente chamado Matono Cóias. Era irascível, colérico, um tiranete de primeira. Nas reuniões de oficiais mostrava-se sempre muito afecto ao regime, citava um manual que lhe fora imposto nos Altos Estudos (estilo "sebenta universitária") dizendo cobras e lagartos da chamada "oposição interna" ao regime.
Um belo dia, estava eu de oficial de dia, fui chamado ao seu gabinete. De rompante disse-me:
- Quero falar com esse indivíduo que se infiltrou cá dentro. Pode ser um terrorista.
De facto houve um turista francês que entrara inadvertidamente na unidade, seguindo a orla costeira e não se apercebendo que era ali um aquartelamento militar. Não violara nenhum sinal de proibição pois não existia nenhum!
Revistei-o e só encontrei uma latas de sardinha em conserva e uns maços de tabaco "gaulloise".
-Esse indivíduo - disse eu com prudência - está prestes a saír da unidade, está junto à porta de armas. Não me parece que tenha cometido crime algum...
Telefonou de imediato. Mandou prender o dito cujo. E, coisa aberrante, mandou chamar a Pide/DGS!!!
Enfim, um tirano com a perfídia no grau mais elevado.
Noutra ocasião mandou-me chamar ao seu gabinete, disse-me que havia um soldado que se encontrava em regime de prisão mas que habitualmente ia trabalhar para as oficinas. Tinha um regime de certa liberdade pelo facto de trabalhar. Parece que se recusava agora ao trabalho. Mandou-me investigar.
Lá fui e trouxe a resposta do soldado. Não gostou. Proibiu-o de saír da prisão e de frequentar o bar conforme era hábito. Mandou-me exarar essa ordem no livro do oficial de dia para que todos cumprissem à risca essa instrução.
Entretanto surgiu o "25 de Abril"! O tal oficial do quadro permanente colocou-se em bicos de pés e disse que pertencia ao movimento, que assistiu a reuniões secretas, etc. Todos os oficiais milicianos lá foram ao "beija-mão" menos eu. Expliquei que era a favor de "25 de Abril" mas não me revia nesse oficial como um ideal de liberdade, mas sim era símbolo de opressão e de ditadura.
Foi uma fera para comigo. Um dia o capelão falou-lhe no caso do soldado que continuava proibido de ir ao bar. Negou categoricamnete ter dado a ordem. Eu não me contive e chamei-lhe metiroso na messe de oficiais. Ele incapaz de me dar réplica, mandou-me pôr em sentido e calar!
Tão caricato era que, aquando de um festival desportivo (Torneio de Futebol de Salão), sendo eu eleito o melhor marcador do Torneio (entre oficiais, sargentos e praças), ele comentou para o oficial da secção desportiva:
- Este gajo, o melhor marcador? Mas ele não joga puto!!!
Eu não sendo muito tecnicista era aplicado, corajoso, batalhador e com elevado sentido táctico. Muito activo, embora defesa, ia à frente e aplicava uns tiros certeiros que punham em estado de pânico os guarda-redes... a rematar de "bico" era uma "fera"... Ainda hoje faço uma "perninha" e dou bem conta do recado.
Era assim o ódio do "cristão novo". Muito embora tivesse tirado dois cursos de elevado grau de dificuldade (fui o primeiro num e o segundo, no outro, entre dezenas de oficias) nunca consegui caír nas suas boas graças. Não dava "graxa", não "lambia as botas", não "vergava", logo, era uma nulidade!!!
Em Abril continuam a proliferar injustiças mil, ninguém tenha dúvidas...
E "cristãos-novos" é o que há mais, nas autarquias, na justiça, nos empregos públicos... até nas paróquias...
O "ESCOVA"...

sábado, junho 30, 2007
Sua Excelência o Narciso... anda por aí!
Madre Teresa a anti-narcisos...Ele anda por aí! Amiúde vêmo-lo na TV, ar sorridente, dedos espetados no ar, ar convincente, sorriso largo, gabando-se de forma quase infantil, atribuindo-se méritos e capacidades só ao alcance dos predestinados, qual semi-deus da era moderna.
É vê-lo na assembleia da república, ar pomposo e enfatuado, debitando discursatas gongóricas, é vê-lo nas jantaradas de homenagem que lhe são prodigalizadas por ser dirigente do clube, é vê-lo junto das comunidades de emigrantes aquando da celebração de algum evento, é vê-lo a dar suculentas entrevistas aos jornais desportivos (onde tem lugar sempre cativo), às rádios, às TV's.
Que de majestade, que de imaculada fisionomia, que de linguagem rebuscada cheia de esoterismos e de neologismos plenos de originalidade e de graça!...
É vê-lo também nos púlpitos, arrebatando com uma arenga estudada meticulosamente, as massas ingénuas, subtilmente embasbacadas pela sua litania de Frei Tomás, com odor quase santificado; é vê-lo e ouvi-lo nos cafés, sempre rodeado de súbditos atentos e veneradores, sorrindo forçadamente a todos os seus ditos; é vê-lo a cirandar pelos corredores dos ministérios, com gravatas e perfumes berrantes para contrastarem com o cinzentismo moral, com o negrume do carácter.
Ele anda por aí. Diz-se envolvido por pedidos irrecusáveis para aceitar a tal estátua, o tal busto, a tal pintura na cripta onde se perpetuará "ad infinitum", qual supra-sumo das virtualidades humanas... Coitado, não poderia recusar, seria ofender essas pessoas tão amigas, tão seguidoras do seu trajecto humanistico, tão carentes de amparo espiritual...
É igual a si próprio quando, com falsa humildade, distribui louros e prebendas por outrem, dando a entender que só o faz por... comiseração, por pena do séquito de acríticos e amorfos acólitos que o rodeiam.
É ele também o líder doirado, o integérrimo condutor de almas, o pastor de um redil amorfo e pardacento que cultua a sua imagem com o fervor de um zelote; é o centro do mundo, o sol, a quinta-essência; quanto aos outros, se luzem, é só por estarem sob a sua órbita... É, não raro, imbuído daquela presunção estulta que o faz pavonear qualidades em tudo o que participa; tem-se na conta de figura admirável, paradigma moral por excelência, enfim, dir-se-ia que o país, este pequeno país, este povo ignaro e inculto, não o merecem... ele é doutra estirpe, doutra galáxia! Ademais, é também um incompreendido...
Ele, narciso, não admite erros, falhas, incongruências, hipotéticas contradições.
Repete bastas vezes: "se fosse hoje, faria tudo na mesma, tudo sem alterar uma palha!" dando a entender que o seu trajecto foi delineado no olimpo por deuses tutelares de quem é um sub-produto, uma emanação.
Não sabe conviver com a crítica. Críticas? São tudo disparates pegados de invejosos, de ressabiados, de quixotescos adversários que não chegam aos seus calcanhares, seriam indignos de lhe apertaram os cordões dos sapatos, quanto mais esgrimirem com ele, o douto, o sábio, o dono da verdade... Se calhar queriam o seu lugar, " mas falta-lhes a sua estatura intelectual, o seu cabedal cívico, a sua honorabilidade, a sua credibilidade", desabafa, petulante, entre amigos e confidentes...
Quando atinge algum destaque _ e acontece isso, com desusada frequência neste jardim de ingénuos úteis, à beira-mar plantados... _ ei-lo que se rodeia de "nepos", de "paus-mandados", "criados-para-todo-o-serviço", cultuando a imagem do "caudilho" na mira de poderem abocanhar todas as migalhas que caiam da mesa orçamental. Enfim, fidelidades (e voracidades) caninas; a par de um seguidismo acrítico e acéfalo há um interesseirismo de piranha, um apetite inversamente proporcional aos escrúpulos...
O narciso abomina lugares subalternos; quer sempre a primeira fila, o destaque que dê dividendos mediáticos, o pedestal, o galarim mais parolo...
Ele é bom em tudo (ou melhor, tem-se na conta de o ser..), excepto em... modéstia... E, mesmo quando habilidosamente despe a casaca do egocentrismo(querendo aparentar certa "normalidade"), fá-lo de tal sorte que fique a pairar no espírito de todos certa magnanimidade, certa condescendência, estilo: "até jogo uma sueca lá no café da Guida, ou o dominó no salão do meu bairro"...
Não dá ponto sem nó. Os outros são "vaidosos", ele não, tem autoestima! Os outros são aperaltados, ele não, ele veste bem! A teimosia é para os outros, nele tem o nome de perseverança!
Enfim, D. Narciso pode ser um simples cónego, um presidente de câmara, um deputado, um ministro, um presidente de um clube de futebol, um empresário.
Ele anda por aí!
Quando o virem, lembrem-se deste diagnóstico e ... com ironia, atirem-lhe esta:
__ Então como tem passado, senhor Narciso?! E, como vai a sua esposa, D. Empáfia?!
quarta-feira, junho 27, 2007
O INFERNO EXISTE! ELA FOI LÁ E... REGRESOU!...

EUSÉBIO E CRISTIANO RONALDO... DUAS FACES DE UMA MOEDA

A sociologia ainda não se debruçou sobre este fenómeno; a economia, essa ciência que estuda a multiplicidade de aplicações de recursos susceptíveis de uso alternativo, adentro dos diversos "habitats" chamados mercados, ainda não criou leis, ainda não abordou com cuidados científicos, estas coisas, mas há que ter a coragem de ser pioneiro, de dar o"pontapé de saída"...
Há que começar a observar este novo mundo, esta nova economia, esta nova sociologia, à lupa; o futebol criou uma "tribo", uma nova "fauna", um novo paradigma.
Recordam-se de chamarem "abono de família" ao Eusébio, o imorredouro pantera negra, o maior embaixador desportivo de Portugal nos anos sessenta e setenta? Portugal, por força da sua acção galvanizante a nível mediático, também passou a surgir em mares nunca dantes navegados, em parte à sua custa, graças
à sua motricidade excepcional, ao seu faro pelo golo e pelas cavalgadas heróicas por entre florestas de pernas adversárias culminando em remates portentosos à baliza de aterrorizados "goleiros" semi-hipnotisados pela sua perfomance...
Foi, de facto, um "abono de família" para o plantel benfiquista de então.
Contudo, um outro fenómeno surge, agora, a merecer a nossa atenção.
Trata-se de Cristiano Ronaldo. Um portento dentro dos relvados e um coleccionador de "romances" digno de nota. Certas mulheres colam-se a ele na ânsia de cobertura mediática, de subida de cotação nesta "bolsa" de vaidades que é o jet-set.
Quando se atrelam a ele a sua vida muda radicalmente. Passam a ser alvo dos "paparazzi", têm o nome e foto em tudo o que é revista ou coluna social cor-de-rosa. Passam a cobrar "cachets" pela presença ou por sessões de autógrafos. São requisitadas para passagens de modelos, inaugurações, lançamentos de livros, campanhas publicitárias, coberturas de candidatos a cargos públicos, enfim, um novo mundo, uma nova atmosfera carregada de incenso mediático!
Tal como na Bolsa de acções, estas criaturas sobem de cotação quando estão sob a "protecção" do "astro" como se de uma OPA se tratasse! o seu "luzimento" atinge foros de coisa de outra galáxia, de fenómeno sobrenatural...
Até os políticos procuram a sua repentina "luminosidade" para se pavonearem a seu lado, para que a sua cotação (tantas vezes em baixa por motivos de linguagem desbragda, corrupção mal escondida, ilicitudes medrando paredes-meias com mentiras 'protectoras'...) possa subir junto das massas, elas próprias pasmadas e embasbacadas com as "luminárias" mediáticas!
Que de entusiasmo, que de deslumbramento, que de glamour!
Tudo sobe nas suas redondezas. Há quem lhes chame de "viagra" ou "abono de família" dos "paparazzi"... à sua volta tudo reluz, tudo brilha, tudo adquire contornos mágicos, conotações auríferas... o fogo da fama crepita e lança chamas incandescentes!...
Enfim, há que estar atento a este fenómeno. Há que não menosprezar as suas potencialidades. É Midas com nova aragem...
Qualquer dia temo que seja motivo para novas licenciaturas...
rouxinol
II PARTE
sábado, maio 12, 2007
domingo, maio 06, 2007
AMOR DE MÃE, AMOR PRÉ-DIVINAL!...

Ser Mãe, pátria também é!
É cumprir um nobre fado,
É escrever a História, até;
É ritual tão sagrado
Que o mundo tem assistido
A cenas galvanizantes,
Em que o amor maternal
É tão vivo, tão sentido,
Faz-nos pensar, por instantes,
No amor... pré-divinal!
rouxinol de Bernardim
Se...

quarta-feira, maio 02, 2007
VILA DO CONDE MENINA, VILA DO CONDE PRINCESA!

terça-feira, maio 01, 2007
CANIDELO: um bastião!

MOSTEIRÓ: a juventude é quem mais ordena!
A juventude é a mola propulsora do futuro!Mosteiró alicerçado
Em egrégias criaturas,
Mantém nível elevado
E voa lá nas alturas!
As terras só são pequenas
Com homens sem horizontes...
Grandeza não é apenas
Muitas campinas... ou montes...
As terras são suas gentes,
Seu valor e educação,
As pessoas são sementes
Também em germinação!...
Mosteiró tem juventude,
Tem alfobre cultural...
O futuro é uma atitude
Predisposição mental.
Há que dar/ter confiança,
Nesta nova geração,
Com ela há que ter esperança
Ela é futuro em acção!...
Olhar a posteridade,
Com prospectiva visão
É criar na mocidade,
O gosto na educação!
rouxinol de Bernardim



