Vila do Conde a Mulher-Caravela-Quinhentista!
Íman que atrai! Não há quem lhe resista!
Paradigma do Bem, dizem que és,
Ó Princesa do Ave, minha flor,
Partilhamos o leito, meu amor,
Quando no Ave nado, lés-a-lés...
O sol te acaricia e te seduz
Derramando, gentil, o seu calor...
Vila do Conde, terra do Senhor
Corpo de Deus, tapete que reluz!
Ridente caravela quinhentista
Orgulho de um passado secular,
Raízes mergulhadas neste mar
Íman que atrai, não há quem lhe resista!
19 comentários:
Olá! Não creio que és da
Vila do Conde? Terra linda, quanto o poema. Agradeço a sua visita e parabéns pelo blog. Se me permitires voltarei mais vezes, para apreciar e matar saudades... Ah!antes que me esqueça sou de Santa Maria da Feira, veja só como esse mundo é do tamanho de uma ervilha... Bjs. fica bem
olá Rouxinol
Espero que tenhas tido uma boa Páscoa.
No jornalda tua terra há tempos veio uma reportagem gira sobre a ida dos nossos veleiros à tua cidade linda..os aveirenses foram muito bem recebidos
Já dei uma revisão ao teu blogue...como sempre escrita de primeira
um abraço
Marieke
Olá Laurinha!
Com que então de Santa Maria da Feira?! Linda terra, ponto de encontro de muita gente para colóquios, jornadas políticas, eventos comerciais e industriais.
Oxalá continue na senda do progresso e da propseridade!
Olá Marieke!
Então essa viagem foi profícua?
Ainda bem que os marinheiros gostaram cá do burgo. A hospitalidade ainda não foi de férias!... Espera-se que não vá!
Moço, Foi aí em Vila do Conde, em frente ao mar, do Senhor dos Navegantes, num ecncontro de amigos de Angola, que escrevi um belissimo poema, foi escrito na verdade e no que senti em frente ao mar, sozinha, em pensamento, depois passei-o ao papel... Aqui vai.Está publicado no Restias de Sol...(A parte de não o poder ouvir é verdadeira, é que sou memso surda é por isso que incluo essas palavras)
O bramir do mar...
Ouvir o mar a bramir
Arrasa a muita gente,
Eu, não o posso ouvir,
Mas sei muito bem sentir
O que ele diz naquele grito
De todos os que lá ficaram,
Dos que viviam dele e, de lá
Nunca mais regressaram.
Mar, por que teve de ser assim?
De muita gente seu fim
Por que não os ajudaste,
E suas vidas salvaste?
Porque não os devolveste,
À terra de seus pais,
Porque ficaste com eles
E não voltaram nunca mais?
Dizem que ficam lá
As vidas perdidas e afundadas
Pelas vagas do mar
Para mim serão sempre vidas salvas
Pelas almas que no mar vagueiam
Pois Nosso Senhor tem sempre
Muita da sua Gente presente
Para ajudar a passar
Entre as águas do mar
E o lugar onde vão ficar...
Um beijinho da Laura.
Caro Rouxinol;
Que maravilhosa homenagem prestada à sua terra. Conheço bem Vila do Conde onde não deixo de parar quando visito a familia em Viana (Meadela).
Gostei imenso do seu poema e acredite que para o forasteiro como eu, é bem verdade que quem passa em Vila do Conde não resiste a tanta beleza,... por isso eu volto sempre que vou ao Minho, doce Minho.
Um abraço,
Osvaldo
Cara Laura:
Você é um carinho!!!
Pode ser surda, mas tem um coração capaz de ouvir esse lamento do mar, essa magia de Neptuno que tantos poetas inspirou...
Parabéns pelo belo poema e muito obrigado pela sua gentileza!
Com isto, com o seu belo poema, todos os vilacondenses ficam mais ricos, pois a poesia é um bem imaterial, um património da humanidade, enfim, a cereja da sensibilidade em cima do bolo monumental que é a cidade de Vila do Conde! E que magnífico bolo, pode crer!
Um beijinho e o obrigado de todos os vila-condenses!
Não lhe envio o meu telefone mas deixo-lhe a minha morada em Junqueira (lugar de Barros), e quando quiser, seja bem-vinda, terá um bolo e uma garrafa de champanhe à sua disposição!
Meu caro Oswaldo:
Seja sempre bem-vindo a Vila do Conde. Conheço Meadela (mesmo junto a Viana) e pode crer que ambas têm a mesma alma, a alma da maresia, a alma que o Senhor dos Navegantes transmite aos que sabem comunicar com o mar e com as suas gentes!
Obrigada amigo. Fiquei sensibilizada...mas um dia quem sabe, quando for até ai, dou mais um passo em busca do rouxinol...Beijinhos e o poema saiu tão natural, tinham desaparecido pescadores de Vila do Conde, vi na tv e senti-me eli envolta naquele momento..Um abraço..laura.
Ehhh, há aqui uma laurinha , eu sou laurinha, só que o meu blogue tem laura...vá lá..Olá laurinha..assim confundiam-nos..beijinho.
Olá, Rouxinol
Vim agradecer a tua visita ao meu blog "Histórias de Encantar", e conhecer o teu espaço.
Gostei muito do que vi. Este poema sobre Vila do Conde é muitíssimo bom!
Em criança fui muitas vezes a Vila do Conde, pois vivia no Porto.
Depois que mudei cá para o Sul já é mais raro ir lá, mas a verdade é que é uma terra muito bonita.
O poema faz-lhe jus merecido.
Aparece mais vezes e visita os meus outros blogs. Encontras os endereços no meu perfil.
Serás muito bem recebido.
Vou incluir-te nos Favoritos e fazer-me tua seguidora.
Uma semana feliz
Beijinhos
Mariazita
Mariazita e Sónia Schmorantz:
Agradeço a visita e retribuo os votos.
Cmpts.
Amei essas palavras sobre a Vila do Conde!
Ficou um lindo poema.
Beijos
Oiii Florr !!
linda imagemm.. ameii ! *-*
adorei o texto tb..
beijao
bom feriadooo.. ;*
Amigo quanta beleza! Teu poema reluz.
Beijos
A foto em preto e branco está divina! Um poema lindo homenageando o lugar!
beijinhos pra ti de boa semana!
Polêmica:
Vila do Conde merece-o!
Ainda bem que gostou.
Reggi:
A terra tem o encanto que os seus habitantes (e os visitantes) lhe vão outorgando...
Desnuda:
Nem tudo que «reluz» é ouro... mas Vila do Conde é ... DIAMANTE!
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