rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.

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Penso, sonho, trabalho, amo... logo, existo!

sexta-feira, abril 24, 2009

VERA POESIA!....

A «bella ragazza», Io Appolloni, que com o seu sarau de poesia luso-italiana fez transbordar de glamour toda a Lisboa...




Bella ragazza, avis rara,
Vénus de Milo, tão menina,
Mármore rosa, de Carrara,
Bela escultura transalpina
Cereja-romã, vaporosa,
Rubra papoila, tão feliz
Espiga vermelha, formosa,
Colo de garça, ou de perdiz,
Raio de sol afrodisíaco
Irradiando simpatia
Copo de licor dionisíaco
Embriaguês da poesia
Cara linda, pau de Cabinda,
Lírio do campo, tão viçoso,
Ó noite de ternura infinda
Ó puro luar majestoso
És um universo inteirinho
És o perfume sedutor
Que inebria e dá um cheirinho
A magia, romance, amor!...


Nota final: A poesia precisa da música e de diseurs com a classe e mestria desta musa luso-italiana. Tiro-lhe o meu humilde chapéu!!!Parabéns eterna ragazza!

10 Comments:

Blogger Ivi Derzi said...

Adoro poesias, adoro ainda mais saraus!

Linda poesia, adorei!

beijo ;*

5:53 AM  
Blogger Marieke said...

Olá amigo Rouxinol
Neste dia mundial do livro para ti uma das minhas poesias preferidas


Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.

The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood.
For nothing now can ever come to any good.

W. H. Auden

6:57 AM  
Blogger rouxinol de Bernardim said...

Ivi Derzi:

Bem-vinda e que a poesia triunfe sempre!

7:00 AM  
Blogger rouxinol de Bernardim said...

Minha caríssima Marieke:

Lindo poema mas permito-me discordar! Frontalmente!!!

Aprendi que o único sinal branco que obrigava a parar o trânsito era a luva BRANCA do sinaleiro!

Se ele passar a usar luvas negras (liberdades poéticas, claro...) será o caos completo!

Só por isso, claro!...

Bem haja!

7:03 AM  
Blogger Reggi* said...

Oiiiiee.. !! ;D
adorei a poesia..
linda..
beijaoo
fique com deus.. ;**

2:52 PM  
Blogger Manuel CD Figueiredo said...

Numa palavra apenas: Lindo!

9:26 PM  
Blogger Palma da Mão said...

Sublime...
Obrigada pela visita, volte sempre que quiser, a porta daquele canto está sempre encostada...fico feliz por ter gostado:)
Gostei deste seu mundo também, espero poder voltar...
Beijinhos
Liliana

12:59 AM  
Blogger heretico said...

bela homenagem...
uma mulher de charme e tanto...

abraços

4:25 AM  
Blogger Everson Russo said...

Belissimo poema amigo, falar de amor é tão bom...forte abraço e um otimo final de semana...

www.olivrodosdiasdois.blogspot.com

9:11 AM  
Blogger rouxinol de Bernardim said...

heretico e Eversn Russo:

Bom fim de semana com sol e cravos!... Já basta de inverno... na alma!

7:14 PM  

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