rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo.

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quinta-feira, setembro 15, 2011

«Senhor Cultura», para o Porto...diz Menezes...


Este é o famoso Mário Dorminsky do Fantasporto, Menezes quer promovê-lo a Senhor Cultura, na sua estratégia de desmantelamento do Estado em seis meses, procura rodear-se de quem perfilhe os mesmos sentimentos em relação ao efeito da cultura na gordura do Estado.

Aquele ali em baixo quer proferir uma palestra no Clube dos Pensadores e está a procurar alguns termos rebuscados para se dar ares: nepotismo. clientelismo, dorminskismo...







Menezes, o tal que desmantelava o Estado em seis meses, aí está de novo a botar faladura. Mas para engordar o Estado, o que ele sempre soube fazer, daí o endividamento galopante da autarquia de Vila Nova de Gaia (com o caudal despesista a que todos se referem com preocupação).
E fala num tal «Senhor Cultura», uma espécie de Senhor dos Passos profano, ao estilo Mário Dorminsky__ um comissário político que se encosta sempre ao poder instalado, seja ele qual for...__ para tornar o Porto ainda mais culto.
E vai mais longe: além do «treinador» ele escolhe já um leque de adjuntos capazes de engordarem ainda mais o orçamento camarário. VER AQUI.


Rui Rio deve estar já a perguntar a si próprio se valeu a pena tanta racionalidade económica, tanto rigor espartano, para vir a ser sucedido por um desmancha-prazeres deste calibre...
Palavroso, cheio de ideário despesista, ele não é burro, lança a rede a clientelismos potenciais, pisca o olho a novos comissários políticos, serve-se da cultura como isco... é caro mas tem de ser... e o que tem de ser tem muita força!

E foi assim que o país chegou aonde chegou. Os indicadores económico-financeiros mostram à saciedade no que deu o regabofe. Menezes e Jardim, sempre em bicos de pés na comunicação social, sempre a vislumbrarem tachos e sinecuras para os comissários potenciais que por aí vão andando... à espreita...
O povo, o eterno zé povinho de Bordalo Pinheiro, que pague as facturas...
É caso para dizer: «Menezes, o Senhor Sinecura

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