rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo.

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quinta-feira, abril 08, 2010

Ana Gomes zurze em Sócrates




Ana Gomes, a coragem de ir contra a corrente dominante do socialismo faraónico e das mordomias de marajás de cravo ao peito, mas vivendo na extrema-direita... à custa de um partido que se diz defensor dos oprimidos, corrector das desigualdades e das assimetrias...







Atacando à espadeirada quer a esquerda quer a direita, Sócrates nem vê que é dentro do seu partido que surgem as críticas mais acutilantes. E justas.
Ana Gomes, também ela escandalizada com o obsceno prémio auferido por António Mexia , vem criticar acerbamente a forma apologética como Sócrates dá a cara pelo gestor. Sócrates, bem sabendo a situação que o país vive, bem conhecendo a miséria que grassa em muitos lares, conhecendo bem os sacrifícios que ainda vão ser suportados pela generalidade dos portugueses, não se coíbe de justificar este bónus hiper-escandaloso que faz meditar sobre o que é governar à esquerda.
Mais ainda. Ana Gomes insurge-se contra o teor da carta enviada por Sócrates ao Público. Incapaz de aceitar o criticismo fundamentado do jornal, vitimiza-se e chega ao ponto de afirmar que o jornal abandonou o «jornalismo de referência»!!!

É demais! Que socialismo é este em que se faz a apologia das remunerações faraónicas para uma minoria (cuja competência cheira mais a fidelidade canina aos desígnios do «chefe»...), se verbera a liberdade de expressão de forma pouco ética, se usa a vitimização como arma de arremesso a quem faz críticas fundamentadas?

2 Comments:

Blogger Manuel CD Figueiredo said...

Ana Gomes tem toda a razão. Muitos mais (a maior parte) socialistas, e os portugueses de bem, deviam seguir-lhe as pisadas.
Li a carta em questão. Um nojo.
Não tenho a mínima consideração por este fulano.

10:56 AM  
Blogger Táxi Pluvioso said...

O homem estrafega-se para nos fornecer electricidade de borla e merece receber ou vai para o estrangeiro, oferecer os seus préstimos à corte de Espanha, e daqui a 500 anos lamentaremos não lhe ter financiado.

10:51 PM  

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