
Oh! Narciso presumido
Oh! pavão tão emproado...
Da vida... és um vencido
Da honra... um invertebrado!
Zéfiro te espalha as fezes...
Do demo... és corrimento...
Aos deuses, ainda que rezes
Não terás acolhimento!
És cinza, és esterco, escarro...
Oh! pútrida criatura,
És um frágil pé de barro!
Tua coleira é loucura
Oh! canídeo com que esbarro,
O teu ego ... é uma tortura!!!
Rouxinol de Bernardim
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