

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.




Agosto é felicidade
A paixão de conviver
O imperio da saudade
Que morre e... volta a nascer!...
Uma chama de alegria
Temos no peito a arder
Nos aquece e alumia:
Alegria de viver!
Parece ser cor-de-rosa
A vida é mais ternurenta
A lua 'inda é mais formosa
O sol... um sorriso ostenta!
Agosto sabe a paixão
É permanente sorrir
É o mês do coração
Que no céu nos faz sentir!
Agosto é fraternidade
O fervilhar da alegria
O cadinho da amizade
Onde se funde euforia!...
Mais uma vez é lançada areia para os olhos dos portugueses com intuitos inconfessáveis. Tapar o sol da incompetência e da corrupção com a peneira do «comunismo» é algo de patológico e pouco sério. É certo que os partidos no poder não têm resolvido a crise estrutural, muito embora haja tentativas para isso. A resistência à inovação é constante. Há quem se deleite em detectar causas para as ineficácias do chamado «sistema»...
R. B. __ D. Situação, o que acha do leite que se produz actualmente em Portugal?
D. Situação_ Acho que está a ser subavaliado. O nosso leite é bom, tem qualidade, mas está a ser colocado a baixo preço. Porquê? Porque apareceu aí um leite menos bom, lançado no mercado de forma ardilosa e que faz concorrência desleal. Há que ter muito cuidado, não vá acontecer como na China...
R.B.__ Que aconteceu lá ?
D. S__ O leite estava infectado por um produto que se viria a revelar fatal para muitas crianças. O que é barato, por vezes, sai caro.
RB__ Que recomenda?
D.S.__ O consumo do leite português não só por patriotismo mas também por segurança. Há que acautelar danos que poderão ser irreversíveis. O Estado e o governo não estão ainda como eu quero. Há que usar os canais publicitários adequados para divulgar a defesa dos nossos produtos. «O que é nacional é bom!» deveria ser mais incrementado. A TV (RTP II) e certos jornais com pendor estatal ainda não estão ao serviço de todos nós. Estão ao serviço de uma «capelinha» de interesses que visam satisfazer determinados lóbis instalados e pouco mais...

Nós podemos! Nós queremos!
A crise tem normalmente a sua génese em actos pouco consentâneos com um viver sadio e transparente. Multiplicam-se as corrupções e os abusos sem que ninguém actue, tal a teia de cumplicidades que mina os alicerces das sociedades. Por fim, é preciso dar o chamado «murro na mesa!» para que a situação seja corrigida e se criem exemplos que dissuadam os prevaricadores.
Parece ser agora o que se passa nos States onde cerca de quarenta personalidades (dentre autarcas e até rabinos) foram detidas por suspeita de práticas ligadas a corrupção e tráfico de órgãos...
O carácter mediático destas detenções é um pedagógico aviso à navegação...


Parabéns Macedo Vieira, és pioneiro na prevenção! olha, aproveita a oportunidade e vê se evitas também o propalar do «vírus-da-demagogia» que costuma proliferar nas campanhas eleitorais!!! Matas dois coelhos de uma cajadada!!!
A tão aguardada «operação mas limpas» já chegou à Póvoa de Varzim!!!
Por iniciativa do próprio presidente da câmara (médico cirurgião...) começou-se esta operação que pretende salvaguardar a saúde pública perante a iminência de uma pandemia.
Não, não é o «vírus da corrupção»(1), é o H1N1, indutor da Gripe A, que faz movimentar os autarcas. Assim, tendo em mente tão nobre desiderato, estão percorrendo as freguesias do concelho alertando toda a gente para o perigo que se avizinha. Toda a gente deve lavar bem as mãos, mesmo depois de um aperto de mão com gente suspeita.
O vírus alastra e tem uma etiologia curiosa: aproveita-se da humidade e de contactos pouco limpos, podendo transmitir-se por toalhas, por copos, objectos como corrimões, puxadores de portas, campainhas. A patogénese é estimulada por ambientes pouco limpos. Até alguns «negócios» (no sentido abrasileirado do termo...) podem gerar a proliferação do vírus... Negócios pouco limpos, como é óbvio!...
O beijo, o aperto de mãos, certas promiscuidades (lato sensu...) são o caldo de cultura ideal para incrementar a pandemia...
Mesmo os padres devem precaver-se. Não, não é ser comissário político dar instruções em consonância com a câmara. É pragmatismo, é amor à causa pública, é sanidade pura, é zelar pelo bem comum.
Quem diria que a pia baptismal pode ser um veículo patogénico?!
Se alguém contaminado com o vírus, lá mergulhar a mão impura, todos os utentes futuros poderão vir a ser contaminados... e a cadeia multiplica-se ad infinitum...
Há já instruções objectivas para serem esvaziadas totalmente as pias de água benta! O vírus é o diabo!!!!
(1) Este parece que já ninguém o combate: ele provoca doença no organismo Estado, mas, pelo contrário, robustece a saúde financeira de outrem... Dizem até que há um cientista que anda a concluír um mestrado sobre uma doença nova: a das «mãozinhas»... visando erradicar definitivamente esta maleita que depaupera os cofres ao erário público.
Sua Santidade, o papa Pacheco Pereira, que com a encíclica «Abruptamente no Verão Passado» conseguiu alçapremar-se a um patamar de genialidade só ao alcance dos eleitos...


E vocês não pensem que são favas contadas para Rui Rio! eu agora tenho um trunfo poderoso: o Rei de Espadas!