rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.

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Penso, sonho, trabalho, amo... logo, existo!

quarta-feira, maio 17, 2006

Esposende: Gaivota feliz!




 
 
 
 

O Cávado repousa em teu regaço
Moribundo, no mar entrega a alma...
Doce leito deixou, a vida calma
Vai em paz nessa tumba de sargaço!

Esposende, mocinha preguiçosa,
Qual gaivota feliz, filha da praia,
Sentindo o gosto a mar, até desmaia,
Clímax de amor sem peias, donairosa!

O vento bem reclama liberdade
Não quer prisões, amarras ou tutelas,
Penetra os corações destas donzelas!

Tostando ao sol da praia, na verdade
Fruindo com ternura a mocidade
Tão pura e brilhante como as estrelas!

1 Comments:

Blogger maresia said...

O mar tem um sortilégio inspirador extasiante e indelével. Excelente poesia. Bocage orgulhar-se-ia de a subscrever. Quem sabe se o amigo "Zeca da Lura" (pseudónimo do escultor e pintor José Carvalho da Apúlia) não se vai inspirar neste poema para esculpir a Gaivota-Esposende? Que Deus o inspire, são os meus votos!

6:50 AM  

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