
Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.
sábado, dezembro 31, 2011
segunda-feira, dezembro 26, 2011
2012 - «Grandes mudanças»?! Ou vira o disco e...
Pedro Passos coelho na sua mensagem de Natal promete mais democracia e mais transparência para 2012.Não acredito. Julgo que vai ser mais austeridade, mais impostos e mais sacrifícios para uns e mais regabofe para os do costume: banqueiros, grandes sociedades de advogados, financiadores do aparelho partidário...
Não basta proclamar, é preciso fazer. É triste ouvir o bastonário da ordem dos advogados acusar de cambão (um crime grave), os governantes no tocante a adjudicação de pareceres jurídicos a entidades amigas, sem qualquer tipo de concurso público como se impunha face aos montantes envolvidos. O governo calou... consentiu? Tudo se conjuga para que continue tudo como dantes, exceto a austeridade para os que são vítimas deste sistema fraudulento, gerador de injustiças e fautor de pesados encargos para todos nós.
Não basta pregar como Frei Tomás, é preciso agir em conformidade. O governo calou e calar-se-á sempre perante estas acusações, como tem sido a conduta de governos anteriores. Onde está a democracia, onde está a transparência, onde está o escrúpulo?
Há tanto despesismo patológico que serve apenas para aumentar os encargos públicos, engordar a pesada fatura que todos iremos pagar. A democracia económica é uma miragem. Os ajustes diretos favorecendo este e aquele, que depois até se pode dar ao luxo de um mecenato ostentatório é a mais aberrante das situações que existem em Portugal. Sanções? Quase nenhumas, pois a lei não tem coercitividade, é ineficaz. A sanção social também não existe e o povo ainda dorme nos braços de morfeu...
Até quando? Essa é a pergunta que todos fazem... até ao dia do «juízo final» deste regime.
sexta-feira, dezembro 23, 2011
domingo, dezembro 18, 2011
Portugal na fossa... estes no everest!
VER O EXPRESSO!
E depois queixem-se que as agencias de rating são más, que por cá tudo bem, que nós estamos no «bom caminho»... blá, blá, blá...
Há disparidades gritantes que não são compatíveis com a uma democracia económica e com um regime que se diz solidário, que propugna a coesão social e a solidariedade.
Isto é o retrato do neoliberalismo mais aberrante, do quase nepotismo dos subprodutos do poder político. No antigamente, lembro-me bem, dizia-se destes fulanos: « A teve a pasta (governamental), portou-se bem... logo... merece a «posta»...(o cargo numa grande empresa pública...).
Ainda houve um certo resquício de pudor no início deste regime, o período de «quarentena» __ lapso de tempo entre a saída do governo e a entrada no mercado empresarial...__ contudo, hoje em dia é um fartar vilanagem! Não se admite esta discrepância, este exibicionismo de um novoriquismo parido do ventre desta velhaca democracia que nos vai metendo nojo!
Um país decente, não permitiria este aviltamento moral, esta descarada exibição de ostentação financeira. Como diria o Eça, sempre actual, «a choldra continua»!
Corrigir isto vai demorar anos! e o país sempre a afundar-se, a afundar-se... rumo à fossa de Mindanau!
quarta-feira, dezembro 14, 2011
PAULO MORAIS
domingo, dezembro 11, 2011
No Reino da Merkolândia...

É óbvio que a recente postura da UE no sentido de se caminhar para um défice de 0.5 % (limite) e um rácio de 60% da dívida em relação ao PIB é salutar e digno de apreço em termos formais.
Contudo, não obstante esta carga virtuosa, digna de ser devidamente digerida pelos mercados__ e susceptível de provocar uma acalmia temporária__a magna questão é esta: será que os países menos apetrechados e mais fragilizados (sul da UE, sobretudo) serão capazes de atingirem tais metas? E, mesmo que o sejam, à custa de quê?
Todos sabemos que os expedientes contabilísticos, as receitas extraordinárias (como esta do fundo de pensões dos bancários que até criou uma almofada suplementar...) não durarão sempre, há limites. Quando se esgotar esse artificialismo surge a realidade crua: uma austeridade espartana, uma recessão subjacente a ela, e todo um cortejo de asfixias resultantes do aumento da carga fiscal vão gerar descontentamentos, greves, tumultos, instabilidade social.
Cavaco Silva disse aquando do PEC IV __ no último suspiro de Sócrates__ que já se tinha atingido o limite dos sacrifícios!!! Que dirá ele agora perante este cenário?
O nosso futuro próximo vai ser duríssimo, os sacrifícios violentos, as reações virulentas. É que já diz o povo: «de piedosas intenções está o inferno cheio...»
O 13º e o 14º mês irão ao ar, os despedimentos irão aumentar, o caudal de roubalheira que já impera, irá atingir níveis estilo guerrilha urbana, a criminalidade violenta irá ser o corolário lógico, a queda do governo, a médio prazo, inevitável. Não estará no horizonte (médio) uma guerra norte vs sul adentro da própria UE?
Os níveis de corrupção são alarmantes, e não só em Portugal. As desigualdades provocadas por ela (corrupção) são cada vez mais gritantes.
Este folclórico diretório «MERKOZI» é um prelúdio preocupante...
Contudo, não obstante esta carga virtuosa, digna de ser devidamente digerida pelos mercados__ e susceptível de provocar uma acalmia temporária__a magna questão é esta: será que os países menos apetrechados e mais fragilizados (sul da UE, sobretudo) serão capazes de atingirem tais metas? E, mesmo que o sejam, à custa de quê?
Todos sabemos que os expedientes contabilísticos, as receitas extraordinárias (como esta do fundo de pensões dos bancários que até criou uma almofada suplementar...) não durarão sempre, há limites. Quando se esgotar esse artificialismo surge a realidade crua: uma austeridade espartana, uma recessão subjacente a ela, e todo um cortejo de asfixias resultantes do aumento da carga fiscal vão gerar descontentamentos, greves, tumultos, instabilidade social.
Cavaco Silva disse aquando do PEC IV __ no último suspiro de Sócrates__ que já se tinha atingido o limite dos sacrifícios!!! Que dirá ele agora perante este cenário?
O nosso futuro próximo vai ser duríssimo, os sacrifícios violentos, as reações virulentas. É que já diz o povo: «de piedosas intenções está o inferno cheio...»
O 13º e o 14º mês irão ao ar, os despedimentos irão aumentar, o caudal de roubalheira que já impera, irá atingir níveis estilo guerrilha urbana, a criminalidade violenta irá ser o corolário lógico, a queda do governo, a médio prazo, inevitável. Não estará no horizonte (médio) uma guerra norte vs sul adentro da própria UE?
Os níveis de corrupção são alarmantes, e não só em Portugal. As desigualdades provocadas por ela (corrupção) são cada vez mais gritantes.
Este folclórico diretório «MERKOZI» é um prelúdio preocupante...
sexta-feira, dezembro 09, 2011
A VANGUARDA OU A SANGUESSUGA?!
Eduardo Lourenço, Prémio Pessoa 2011 um dos mais ilustres pensadores do Portugal modernoEduardo Lourenço, o conceituado ensaista, vem dizer que a dupla Merkel- Sarkozy que fazer um «golpe de Estado condicional». Talvez não seja destituída de razão esta visão. Eles assumem-se como vanguarda ou como sanguessuga? Querem ser locomotivas ou, pelo contrário, aproveitadores de uma especulação desenfreada?
O certo é que a sua postura chantagista e intimidatória, começa a tresandar a oportunismo. Que legitimidade têm para falar em nome de todos os membros? Quem lhes outorgou a qualidade de porta-voz da UE? Querem arrogar-se a ser o centro de uma centrifugadora que asfixia a periferia para reivindicar o quero-posso-e-mando a todo o custo?!
A democracia está em risco. O equilíbrio, a solidariedade__ nos bons e maus momentos__ está a ser posta em xeque.
Há de fato alguns pecadores que merem um castigo. Contudo, esse castigo não será excessivo? Em vez de uma penalização salutar não se estará a matar o prevaricador? A usura dos mercados , a especulação desenfreada, não podendo ser controlada, por não haver vontade política para isso, não irá degenerar no caos, no desagregamento paulatino?
MERKOZY _ esta entidade bicéfala e nascida do buraco negro em que se atolou a UE__ não irá ser a coveira do sonho europeu?
Agora diz-se que há «canibalização de estrelas», e não será que a estrela Merkel, numa próxima fase, irá candidatar-se a canibalizar a estrela Sarkozy? VER AQUI...
quarta-feira, novembro 30, 2011
AS MUSAS INSPIRADORAS...
Com elas gosto de voar... respeito-as e elas respeitam-me também...
Três gaivotas me inspiram
Cada uma, tentação;
Dúvida: a Fé confrontando,
Sorrindo sempre a Razão!
Qual delas irei seguir?
Em qual devo confiar?
Dúvida, faz refletir
Com ela adoro voar...
A Fé me pode cegar
P'la Razão me apaixonei
Irei sempre duvidar
A isso me habituei!
Meu amor é tão plural
Deus me perdoe o pecado...
Voo co'as três em geral
Não me sinto defraudado!
Ladrão honesto
Roubou 22 dólares há 60 anos e agora devolveu-os com juros...
O que dirão os «nossos» perante este gesto?! Será que a sua consciência os levará a imitar este homem tão nobre?!
Têm a palavra ... os que de colarinho branco assaltaram o BPN, o BPP e outros ...
O que dirão os «nossos» perante este gesto?! Será que a sua consciência os levará a imitar este homem tão nobre?!
Têm a palavra ... os que de colarinho branco assaltaram o BPN, o BPP e outros ...
domingo, novembro 27, 2011
terça-feira, novembro 22, 2011
segunda-feira, novembro 21, 2011
Carta Aberta ao cidadão Ricardo Salgado

Meu caro:
Peço-lhe que dispa a roupagem de banqueiro e assuma apenas a sua pele de cidadão comum. Coloque-se acima dos partidos, das filosofias, das tentações. Enfim, assuma uma postura de cidadão com sentido de Estado.
Assim, agora estou a vè-lo menos crispado, mais sorridente, mais aberto ao diálogo franco e espontâneo. Não vislumbro um resquício de medo no seu olhar. Porquê e para quê ter medo do Estado?! Não vale a pena, é preciso respeitá-lo, sim, criticá-lo até, mas nunca temê-lo. O Estado merece (ou deve merecer) a nossa atenção e até o nosso carinho institucuional.
Recear a intervenção do Estado na banca (uma forma encapotada de nacionalização... a pretexto de recapitalização... ver aqui) não é sinal de lucidez. O Estado pode e deve ser um parceiro útil e responsável nesta encruzilhada dificil. Exige-se-lhe racionalidade, supervisão atenta e responsável, mecanismos dissuasores também. O que se passou no BPN é um exemplo de que é preciso estar lá dentro alguém com olhar atento, senão o caos e o regabofe instalam-se.
Dar crédito a amigalhaços (ligações político-partidárias, mafiosas, ou pior ainda...) sem um suporte patrimonial credível e fundamentado é crime de lesa-economia, é atentado à mais elementar racionalidade económica. A «troika» não mandou os seus «eleitos» para brincarem mas para estarem de olhos abertos... e há tanto que ver, tanto que recriminar, tanto que corrigir.
A banca é um péssimo exemplo de gestão racional, saudável, criteriosa. É um pântano onde enxameiam rapaces, arrivistas de todos os matizes, sejamos sérios e intelectualmente honestos. O próprio PR clama por supervisão, clarividência, bom senso na sua gestão. Claro que depois do que sabemos sobre a sua conduta, esta postura tresanda a frei tomás...
Meu caro cidadão Ricardo Salgado:
O sector anseia por disciplina, por gestão virtuosa e não teme a transparência. Mas há quem tema, quem queira continuar a viver na opacidade para satisfazer caprichos, saciar clientelismos obscuros, delapidar recursos enchendo as algibeiras de testas de ferro que actuarão como factotum, nada mais que isso...
Contudo, o meu caro amigo não é desses, odeia a gestão danosa, o nepotismo estulto, a despesite aguda, o fartar vilanagem...
Um furacão há-de varrer tudo se não se tomarem providências regeneradoras atempadamente. O país precisa da «troika» e __ digo-o com forte convicção__ precisa uma uma verdadweira «perestroika»...
Que o Estado vista o fato-macaco da regeneração e comece já! É um imperativo nacional!
Respeitosamente, este trabalhador incansável na vinha do Estado
Rouxinol de Bernardim
militante da democracia
Peço-lhe que dispa a roupagem de banqueiro e assuma apenas a sua pele de cidadão comum. Coloque-se acima dos partidos, das filosofias, das tentações. Enfim, assuma uma postura de cidadão com sentido de Estado.
Assim, agora estou a vè-lo menos crispado, mais sorridente, mais aberto ao diálogo franco e espontâneo. Não vislumbro um resquício de medo no seu olhar. Porquê e para quê ter medo do Estado?! Não vale a pena, é preciso respeitá-lo, sim, criticá-lo até, mas nunca temê-lo. O Estado merece (ou deve merecer) a nossa atenção e até o nosso carinho institucuional.
Recear a intervenção do Estado na banca (uma forma encapotada de nacionalização... a pretexto de recapitalização... ver aqui) não é sinal de lucidez. O Estado pode e deve ser um parceiro útil e responsável nesta encruzilhada dificil. Exige-se-lhe racionalidade, supervisão atenta e responsável, mecanismos dissuasores também. O que se passou no BPN é um exemplo de que é preciso estar lá dentro alguém com olhar atento, senão o caos e o regabofe instalam-se.
Dar crédito a amigalhaços (ligações político-partidárias, mafiosas, ou pior ainda...) sem um suporte patrimonial credível e fundamentado é crime de lesa-economia, é atentado à mais elementar racionalidade económica. A «troika» não mandou os seus «eleitos» para brincarem mas para estarem de olhos abertos... e há tanto que ver, tanto que recriminar, tanto que corrigir.
A banca é um péssimo exemplo de gestão racional, saudável, criteriosa. É um pântano onde enxameiam rapaces, arrivistas de todos os matizes, sejamos sérios e intelectualmente honestos. O próprio PR clama por supervisão, clarividência, bom senso na sua gestão. Claro que depois do que sabemos sobre a sua conduta, esta postura tresanda a frei tomás...
Meu caro cidadão Ricardo Salgado:
O sector anseia por disciplina, por gestão virtuosa e não teme a transparência. Mas há quem tema, quem queira continuar a viver na opacidade para satisfazer caprichos, saciar clientelismos obscuros, delapidar recursos enchendo as algibeiras de testas de ferro que actuarão como factotum, nada mais que isso...
Contudo, o meu caro amigo não é desses, odeia a gestão danosa, o nepotismo estulto, a despesite aguda, o fartar vilanagem...
Um furacão há-de varrer tudo se não se tomarem providências regeneradoras atempadamente. O país precisa da «troika» e __ digo-o com forte convicção__ precisa uma uma verdadweira «perestroika»...
Que o Estado vista o fato-macaco da regeneração e comece já! É um imperativo nacional!
Respeitosamente, este trabalhador incansável na vinha do Estado
Rouxinol de Bernardim
militante da democracia
quinta-feira, novembro 17, 2011
Cristiano Ronaldo, paixão irresistível pelos golos...
Cristiano mostrou frente aos bósnios que é de facto o melhor do mundo! a garra, o sentido coletivo, a classe, a força anímica, o fulgor ímpar que consegue imprimir ao seu jogo fazem o deleite dos veros apreciadores da nobre arte...
O mundo se rende, uma vez mais, à sua perfomance e Portugal aproveita a boleia deste génio da bola. Ficaram de olhos em bico os bósnios e, não fora uma certa parcialidade do árbitro que marcou contra nós um penalty muito duvidoso e esqueceu-se de marcar um autêntico contra os bósnio e o 6-2 poderia bem ter sido um pouco mais dilatado...
De realçar o perfume tecnicista dos dois caxineiros (Postiga e Fábio Coentrão) que na segunda parte ajudarem a cilindrar os atarantados bósnios...
HABEMUS SELEÇÃO!!!
terça-feira, novembro 15, 2011
Ovo de Colombo?! Talvez!
Ler AQUI... no PÚBLICOAntónio José Seguro propõe um aumento de emissão de moeda pelo BCE a fim de estimular a economia. Ora sabemos que emitir moeda só por si, só gera inflação. Contudo, dados os condicionalismos e constrangimentos actuais, com fugas macissas de capitais para paraísos fiscais (aquilo a que se chamava entesouramento : meter dinheiro no colchão...) pode justificar até certo ponto (desde que haja supervisão adequada) esta medida.
Muitas variaveis estão em jogo, muitos parâmetros estão em equação, a própria economia paralela, pela sua dimensão, pode legitimar este comportamento. Mas racionalizado e com supervisão atenta, sublinhe-se.
Crescimento económico precisa-se, apesar dos efeitos inflacionistas nefastos que advirão daquela medida, António José Seguro pode estar no trilho correto, pode estar na senda da recuperação.
Mas de nada adianta injetar dinheiro na economia real se ele fugir outra vez pelas mesmas vias (corrupção, evasão fiscal) e for parasitar nos paraísos fiscais. Há que calafetar o «barco» controlando os custos estatais, combatendo a economia paralela e a corrupção galopante que continua a fazer novos ricos do pé para a mão! E... pior ainda, criando um enorme caudal de novos pobres...
Muitas variaveis estão em jogo, muitos parâmetros estão em equação, a própria economia paralela, pela sua dimensão, pode legitimar este comportamento. Mas racionalizado e com supervisão atenta, sublinhe-se.
Crescimento económico precisa-se, apesar dos efeitos inflacionistas nefastos que advirão daquela medida, António José Seguro pode estar no trilho correto, pode estar na senda da recuperação.
Mas de nada adianta injetar dinheiro na economia real se ele fugir outra vez pelas mesmas vias (corrupção, evasão fiscal) e for parasitar nos paraísos fiscais. Há que calafetar o «barco» controlando os custos estatais, combatendo a economia paralela e a corrupção galopante que continua a fazer novos ricos do pé para a mão! E... pior ainda, criando um enorme caudal de novos pobres...
domingo, novembro 13, 2011
O direito à indignação e o GOLPE DE ESTADO!
Será que este homem tem razão?! Estamos no dealbar de uma nova Guerra Mundial!...
Otelo tem carradas de razão. O povo tem o direito de resistir ao opróbio, ao regabofe. Há limites para tudo. O povo armado, em última instância, pode (e deve) resistir à degenerescência, à corrupção do Estado, ao crime de colarinho branco onde se podem incluír conselheiros presidenciais!!!
A corja não pode actuar à revelia da constituição!!! A resignação deste povo macambúzio está por um fio!!!
VER AQUI O GOLPE DE ESTADO...
Nota Final: É ficção mas 2015 está próximo... muito proximo!
Otelo tem carradas de razão. O povo tem o direito de resistir ao opróbio, ao regabofe. Há limites para tudo. O povo armado, em última instância, pode (e deve) resistir à degenerescência, à corrupção do Estado, ao crime de colarinho branco onde se podem incluír conselheiros presidenciais!!!
A corja não pode actuar à revelia da constituição!!! A resignação deste povo macambúzio está por um fio!!!
VER AQUI O GOLPE DE ESTADO...
Nota Final: É ficção mas 2015 está próximo... muito proximo!
sexta-feira, novembro 11, 2011
quarta-feira, novembro 09, 2011
A «hedionda» ou... o «hediondo»"!
Ele afirma-se vítima de uma hedionda acusação. De vitimização em vitimização o causídico que pontificou nas hostes sociais-democratas diz que vai provar a sua inocência no local próprio.
Espera-se que se desloque ao Brasil, onde decorre o processo e não fuja como tem acontecido até hoje. Que enfrente a justiça com coragem e frontalidade...
Espera-se que encontre a «Giselle» e todas as «giselles» que talvez não sejam mais do que a sua imaginação delirante, num expediente patético para justificar o injustificável.
Mentiu, ocultou dados que seriam importantes para salvar a face, mas ele sabe que a face já não tem salvação possível, Daí, tal como o rato de esgoto, vai vivendo na sombra, na ominosa sombra dos sem-lei, ele acoita-se na mata da hediondez para não ferir ainda mais a sensibilidade daqueles que ingenuamente alguns dias atrás lhe iam franqueando as portas e estendendo passadeiras para ele exibir, triunfalista, o sorriso dos hipócritas e dos fariseus.
Sepulcro hediondo, caiado por fora mas putrefato por dentro...
Espera-se que se desloque ao Brasil, onde decorre o processo e não fuja como tem acontecido até hoje. Que enfrente a justiça com coragem e frontalidade...
Espera-se que encontre a «Giselle» e todas as «giselles» que talvez não sejam mais do que a sua imaginação delirante, num expediente patético para justificar o injustificável.
Mentiu, ocultou dados que seriam importantes para salvar a face, mas ele sabe que a face já não tem salvação possível, Daí, tal como o rato de esgoto, vai vivendo na sombra, na ominosa sombra dos sem-lei, ele acoita-se na mata da hediondez para não ferir ainda mais a sensibilidade daqueles que ingenuamente alguns dias atrás lhe iam franqueando as portas e estendendo passadeiras para ele exibir, triunfalista, o sorriso dos hipócritas e dos fariseus.
Sepulcro hediondo, caiado por fora mas putrefato por dentro...
sexta-feira, novembro 04, 2011
Juiz agride própria filha. Esta expõe caso no Youtube
Eis o juiz espancando com um cinto a própria filha.
O juiz que julga casos de violencia doméstica apanhado com a boca na botija: fazendo aquilo que costuma condenar aos outros. Que moral tem para julgar?!
quarta-feira, novembro 02, 2011
Olhando para futuro...

__Meus filhotes, o mundo está cheio de oportunidades, preciso é aproveitá-las e voar, voar alto. Este povo, crédulo e ingénuo, este povo macambúzio capaz de mandar prender Cristo e soltar Barrabás, há-de carregar-nos aos ombros sem saber que, no fundo, lá bem no fundo, não passamos de uns pulhas gananciosos, uns chicoespertos...
terça-feira, novembro 01, 2011
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