Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.
sexta-feira, março 18, 2011
quinta-feira, março 17, 2011
Marinho Pinto tirou o colar e... pôs dedo na ferida!
O bastonário da ordem dos Advogados vergastou o estado a que chegámos na justiça!Retirou o colar que garbosamente ostentava... certamente por nojo...
Marinho Pinto elevou a voz e caíu o Carmo e a Trindade!
A justiça está de rastos. Há procesos judiciais que são uma vergonha. Há pessoas que são ilibadas ou vêem os processos prescreverem (ou algumas acusações), por habilidade, manha, má-fé de agentes da justiça que contribuem para o branqueamento de muita criminalidade.
Há pessoas que foram condenadas em tribunal por exercerem com zelo a sua missão fiscalizadora. Expressões como: «onde pára o dinheiro», «crimes de lesa-economia», «repressão sindical fascizante», foram motivo de sanção judicial, quando de facto os motivos que estão na base dessas acusações são autênticas gazuas que abrem os cordões à bolsa estatal de forma ilegítima e insensata.
O país está de rastos e a justiça tem uma grande quota parte nisso. A vista grossa, o branquear certos actos ilegais faz parte do quotidiano. No entanto há gente a enriquecer de forma fabulosa ganhando algumas centenas de euros, oficialmente. Os juízes simpáticos sobem vertiginosamente...Podem (quase sempre!) chegar ao Supremo!
«Quem cabritos vende e cabras não tem, de onde lhe vem?»__Isto diz a sabedoria popular. Hoje em dia esta interrogação se estende do Minho ao Algarve e é feita por todos os cidadãos honestos.
Ordenados fabulosos para gestores em grandes empresas públicas, às vezes com passivos incomensuráveis, reformas e mais reformas douradas, atribuições de empreitadas feitas à medida de certas empresas de «confiança» (leia-se politicamente gratas...), gastos principescos com comemorações por tudo e por nada, aniversários disto e daquilo, edifícios sumptuários, obras faraónicas, elefantes brancos só para serem usados em dias festivos...e para meia dúzia de convidados de «honra»...
Marinho Pinto descascou o pessegueiro todo! Mas ainda muitas bordoadas ficaram por dar!
Há na justiça situações escandalosas de prepoténcia, abuso de poder, perseguição pessoal por delito de opinião, até! CLICAR AQUI.
Jaime Gama, esse, adoptou uma postura apologética e servil. Teceu loas, disse o contrário do que a maioria da população pensa. Incensou de forma balofa. Usou óculos cor-de-rosa. Onde toda a gente vê um mar proceloso, ele, pelo contrário, visionou um mar de bonança e de tranquilidade.
O PR procurou conciliar e dourar a pílula. Contudo vemos tantos abortos na justiça que a pergunta que se impõe é se não seria adequado usar a pílula do dia seguinte!?
Pedro Passos Coelho, será a próxima vítima?!
Eis aqui um relato impressionante que todos deveriam ler e meditar! CLICAR AQUI. E AQUI
Nos EUA a corrupção é quem mais ordena! Quem quiser defender a sua pátria, evitar a espiral de endividamento, cortar o mal pela raiz tem um final triste!
Nos EUA a corrupção é quem mais ordena! Quem quiser defender a sua pátria, evitar a espiral de endividamento, cortar o mal pela raiz tem um final triste!
quarta-feira, março 16, 2011
terça-feira, março 15, 2011
Despacha na latrina...


__Olha querido, esta imagem que José Sócrates trouxe para Bruxelas é paradigmática. Em Portugal a justiça trabalha sempre, mostra serviço, consulta processos, envia mensagens , recebe instruções superiores e ... exara um despacho. Devias ter uma ministra daquelas no ministério da justiça.
E com esta imagem, os mercados, finalmente, vão acalmar!
Dura lex sed lex!
Na rigorosa Grã Bretanha onde a justiça é levada muito a sério para alguns (veja-se o contraste entre Vale e Azevedo e Julien Assange do Wikileaks...) um músico vai sofrer quatro meses e meio de cadeia por ter feito falsas declarações sobre o seu estado de saúde. VER AQUI.
Em Portugal seriam tão rigorosos com uma super-star?!
Ele alegou ter dores nas costas mas num espetáculo moveu-se sem limitações e deu saltos que fizeram desconfiar. A celeridade e o castigo exemplar foram notícia. Será a excepção à regra?!
Vale e Azevedo continua por lá, rindo-se dos mandatos de captura e usufruindo de tratamento de «lord»...
Será que lá há um tratamento diferenciado para os comuns e para os lords?!
Em Portugal seriam tão rigorosos com uma super-star?!
Ele alegou ter dores nas costas mas num espetáculo moveu-se sem limitações e deu saltos que fizeram desconfiar. A celeridade e o castigo exemplar foram notícia. Será a excepção à regra?!
Vale e Azevedo continua por lá, rindo-se dos mandatos de captura e usufruindo de tratamento de «lord»...
Será que lá há um tratamento diferenciado para os comuns e para os lords?!
domingo, março 13, 2011
«Sobressalto cívico» __ Será que isto é verdade?!
Carla Bruni para Sarkozy: «Se houvesse um resquício de dignidade, um pingo de coragem, em Portugal certas coisas já tinham mudado! Tu, meu querido, és pequenino, mas estás lá! Outros, são grandes... mas não são grande coisa!...»SERÁ QUE ISTO QUE VEM NA COMUNICAÇÃO SOCIAL É VERDADE?!
Se é, pode estar em causa o regular funcionamento das instituições! Pode estar em risco, ao mais alto nível, ao patamar mais elevado da justiça, a isenção, a credibilidade, atentando gravemente contra os pilares do Estado de direito!
Será que, não sendo desmentido isto (pressupondo-se que é totalmente verdade) o PR não exercerá a sua famosa «magistratura de influência»? Estará refém da «organização»?!
O princípio da separação de poderes deve ser respeitado, mas se há violações flagrantes da legalidade por parte de quem deveria ser o guardião máximo dela, então não se pode cruzar braços, não se pode acomodar ao laxismo hipócrita pois pode transparecer para o comum dos cidadãos que medra ali a erva daninha da conivência!
Se a lei impõe o sorteio, lá terá os seus motivos. a nomeação dá ideia que a fraternidade se sobrepõe à igualdade e à liberdade!
Será que a «organização» impõe que se sigam os seus rituais acima dos preceitos legais? Será que o império da lei é subalternizado quando outros poderes/deveres mais alto se alevantam? Que exemplo oferecem aos seus subordinados? Que de sobressaltos cívicos já não terão acontecido neste domínio? Será que a «captura» de que falava o saudoso Saldanha Sanches já chegou ao topo da pirâmide?
Os coveiros da pátria começam a ser apontados a dedo: os irmãos e os padrinhos vão por aí!
Mas eu não vou por aí!
Nem o povo humilde e honesto que não tem padrinhos nem irmãos, o povo quer regras sãs, gente séria ao leme das instituições, carácter nobre e reta intenção na condução da nau lusa. Pilotos destes, manhosos dribladores da legalidade, conseguem afundar e desviar a nau para rumos pérfidos, portos inseguros, correntes perigosas...
Razão tinha George Orwell ...
sábado, março 12, 2011
Sobressalto Cívico! __ O discurso improvável!
O discurso improvável (obviamente ficcionado...) do economista sério, honesto chamado Aníbal Cavaco.Portuguesas
Portugueses:
É hoje um fato incontroverso que o país está de tanga, como nunca esteve. Este sobressalto cívico desta geração que se afoga na precariedade e no desemprego forçado é legítima, é pedagógica até. Os que agora fazem erguer a sua voz nas ruas não têm acesso à comunicação social, não têm poder de decisão, não têm capacidade financeira para encetar projetos, mas têm potencialidades adormecidas que importa reconhecer. Há que olhar com atenção para as suas reivindicações legítimas.
A culpa do actual status quo não é da exclusiva responsabilidade do contexto internacional, é também dos decisores políticos indígenas que têm contribuído para a actual situação. E muito, diga-se em abono da verdade mais genuína.
O político Cavaco Silva (que é meu parente mas com o qual não partilho afinidades cívicas nem princípios éticos... é bom que se diga frontalmente), é também um dos responsáveis remotos do actual caos. O progenitor do monstro despesista foi ele, como disse e muito bem um conhecido economista poveiro.
Ele sabia, e não podia alegar ignorância, que é nos ciclos de pujança económica e financeira que se preparam as reformas estruturais para enfrentar situações de crise, de ciclo negativo, de recessão. Mas não o fez como seria imperioso. Deixou-se caír no engodo populista e permitiu que a função pública crescesse em demasia, desafiou os alertas salutares do Tribunal de Contas, do Provedor de Justiça__ a quem apodou de «forças de bloqueio»...) e de alguns pensadores prudentes e clarividentes a quem acoimou de profetas da desgraça e aves agoirentas... permitindo um crescimento desmesurado do aparelho de Estado com todas as cargas negativas daí advenientes. E deu no que deu...
Não foi só ele, é justo sublinhá-lo. Guterres, Barroso e Sócrates também contribuíram, cada qual a seu modo, para o perfil que se vislumbra no rosto da Pátria. Ela está anémica, esfarrapada, subnutrida e desmotivada. Anda pelas ruas da amargura, bem sabemos. Todos são culpados, que ninguém se possa eximir às suas responsabilidades.
Portugal é hoje, a par da Grécia e da Irlanda, muito embora em menor escala, um paradigma de irracionalidade económica, de despesismo galopante, de negação a todos os níveis.
Falta de planeamento, falta de supervisão, falta de carácter também da parte de alguns decisores políticos. A corrupção emerge como um tsunami de gigantescas proporções, ameaçando fazer ruir os alicerces desta Pátria multi-secular.
Estas novas gerações têm o futuro hipotecado. Por nós, os que estivemos ao leme, os que tivemos cargos de responsabilidade. Ignorámos os avisos à navegação feitos por alguns opositores a quem apodámos de «radicais», anatematizando desta forma as suas visões justas, os seus raciocínios atentos, as suas análises sensatas. Há que mudar radicalmente. Há que seguir outro rumo!
«Radicais», «forças de bloqueio», «profetas da desgraça», eis alguns mimos lançados a pessoas judiciosas, equilibradas, prudentes. O país deve meditar nestas minhas palavras.
Como economista, sei o que é o «over-trading», que nas empresas pode ter efeitos nefastos, levando-as à falência. Os países também podem ser vítimas de uma espécie de «over-trading» criando estruturas gigantescas num dado contexto de prosperidade, mas que serão desastrosas quando a actividade económica diminuír.
O populismo e o desejo de ganhar eleições a qualquer preço, os fins justificando os meios, enfim a demagogia que norteou os destinos da Pátria e está na génese, na patogénese da enfermidade que ora se deteta. A culpa não deve morrer solteira: casa-se bem com todos os líderes que cá fizeram figura bem triste.
Governos, autarquias, governos regionais, grandes empresas públicas ou semi-públicas, parcerias público-privadas, todos com a sua quota-parte de culpas no cartório. Mordomias e sinecuras sem conta atulharam o país de lés a lés.
O próprio presidente da República foi agente passivo e permissivo. Nunca verberou publicamente os desmandos na banca (onde tinha e tem alicerces eleitoralistas), nunca fustigou como se impunha a corrupção reinante.
A justiça é um fator de desmotivação para o investimento estrangeiro. É até um factor de descrédito nacional tantos e tão deprimentes são os casos que têm vindo a lume e que não são nada abonatórios para os seus agentes. O país merece outra geração de políticos, estes estão no limiar da putrefação. O lodo invadiu as instituições que deveriam ser pilares da honra. O vil metal tudo comanda, tudo controla, tudo subjuga. Dizem que é como o azeite: por onde passa, amolece... tudo e todos! Todos se vergam a ele, depudorada e ignominiosamente!
As eleições são tudo menos pedagogia, esclarecimento, elucidação. Folclore, circo, palhaçadas sem conta. A democracia que hoje impera em Portugal é uma caricatura. As leis, longe de incentivarem a práticas decentes e honestas, são uma alavanca potenciadora de fraudes, de evasões, de malabarismos de todo o jaez. Portugal definha. A economia está de rastos. O país está de tanga.
PEC's e mais PEC's só contribuem para a definhar ainda mais, os juros altíssimos que pagamos vão fazer aumentar ainda mais a precária situação que já perdeu sustentabilidade.
Que fazer?
Os políticos podem limpar as mãos à parede. O país agradece a substituição rápida destas criaturas de cera que passam a vida a sorrir, a manifestar euforias hipócritas, quando o povo não sorri, o povo não anda eufórico, o povo não se dá ares de triunfador. O povo sai à rua e ergue a sua voz.
O povo sai à rua manifestando a sua ira, o seu desconforto, a sua dor por ter ao leme da nau tão maus pilotos.
HOJE TODOS ESTAMOS COM O JAPAO
Um forte sismo seguido de tsunami atingiu hoje o Japão causando centenas de mortos e destruindo tudo à sua passagem. Uma barragem ficou completamente destruída inundando as zonas circundantes causando danos pessoais e materiais incalculáveis!
Hoje estamos todos solidários com o país do sol nascente!
Hoje estamos todos solidários com o país do sol nascente!
sexta-feira, março 11, 2011
quinta-feira, março 10, 2011
Liberdade de expressão... ou provocação?!
Provocações não fazem parte da praxis democrática....
Algum partido aceitaria isto?!
Algum partido aceitaria isto?!
quarta-feira, março 09, 2011
segunda-feira, março 07, 2011
Alguns partidos...e as «comissões ilícitas»...
Senhor, por que não fazeis o milagre da multiplicação dos euros?! Os partidos precisam tanto deles, que se desmultiplicam em alianças com sucateiros e tipos brejeiros, a ver se podemos pagar as campanhas que estão cada vez mais caras... Senhor, se fizerdes a nossa vontade, garanto-Vos que não enviaremos os excedentes para a Suiça como fez o Isaltino, esse maroto...«Há partidos que funcionam como autênticas máfias!»
Engº Nuno Cardoso ex-presidente da câmara do Porto
«O maior imposto que se paga em Portugal é o da corrupção!»
Dra Maria José Morgado, Vice-Procuradora Geral da República.
«A situação de Portugal é tão grave que se não estivéssemos na União Europeia já teria havido um golpe de Estado...»
Dr Mário Soares ex-presidente da República e ex-secretário geral do PS, ex-primeiro-ministro de Portugal
Estes ilustres cidadãos disseram isto em tempo oportuno. Toda a gente concordou e ninguém se escandalizou.Mas agora, enfim agora os tempos são outros, veio o Dr Marinho Pinto dizer que os partidos cobram «comissões» e já cai o Carmo e a Trindade, querem saber quem são os partidos, que comissões ilícitas são essas, como se fora uma vestal imaculada, o PS veio a terreiro exigir provas ao Bastonário da Ordem dos Advogados. Senão... bem vai processá-lo por calúnia, ofensa à honra e bom nome, atentado ao pudor político...
Frei Tomás, Frei Tomás... regressa, perdoado estás!
Engº Nuno Cardoso ex-presidente da câmara do Porto
«O maior imposto que se paga em Portugal é o da corrupção!»
Dra Maria José Morgado, Vice-Procuradora Geral da República.
«A situação de Portugal é tão grave que se não estivéssemos na União Europeia já teria havido um golpe de Estado...»
Dr Mário Soares ex-presidente da República e ex-secretário geral do PS, ex-primeiro-ministro de Portugal
Estes ilustres cidadãos disseram isto em tempo oportuno. Toda a gente concordou e ninguém se escandalizou.Mas agora, enfim agora os tempos são outros, veio o Dr Marinho Pinto dizer que os partidos cobram «comissões» e já cai o Carmo e a Trindade, querem saber quem são os partidos, que comissões ilícitas são essas, como se fora uma vestal imaculada, o PS veio a terreiro exigir provas ao Bastonário da Ordem dos Advogados. Senão... bem vai processá-lo por calúnia, ofensa à honra e bom nome, atentado ao pudor político...
Frei Tomás, Frei Tomás... regressa, perdoado estás!
Diálogo entre seres vivos...
Povo- Estou tão cansado, ando sempre com impostos às costas, sou obrigado a olhar sempre para o sítio onde a senhora quer, vou votar onde a senhora quer, nem tenho tempo para a família, para folguedos, para passear, é só trabalho, trabalho, trabalho... sinto-me cada vez mais uma besta de carga...
D. Política- Tu és burro e pronto, está dito. quem te manda votar em mim, quem te manda pagar impostos atrás de impostos, quem te manda olhar sempre em frente, olha para o mundo inteiro seu burro, olha para o Egito, olha para a Líbia, protesta, dá uns coices; então jamais dirão as minhas comadres políticas com aquele ar de gozo que tu bem conheces: «vozes de burro não chegam ao céu...»
CONCLUSÃO: Será que o burro-povo quererá mesmo deixar de o ser?!
domingo, março 06, 2011
sábado, março 05, 2011
quinta-feira, março 03, 2011
terça-feira, março 01, 2011
De luto
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