rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo.

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terça-feira, julho 12, 2016

«TÊM INVEJA DE MIM!!! `A NOVA CASSETE DOS CORRUPTOS...

Hoje em dia começa a ser já matéria de anedotário nacional. Os acusados de corrupção ou administração danosa dizem que têm inveja deles, da sua obra grandiosa, da sua popularidade, do seu êxito! Os acusadores são movidos pela inveja e pelo ciume doentios!

Vimos na última campanha para as autárquicas do Porto, o candidato apoiado pelo JN (por motivos que mais tarde se vieram a apurar e não dignificaram nada o jornal nem o candidato...) afirmar alto e bom som que os que criticavam a administração danosa em Gaia eram todos invejosos e tinham ciumes da sua popularidade e do seu êxito!
Enfim, depois foi o que se viu e o que se continua a ver com buracos e crateras financeiras monstruosas e o visado a ser investigado pela PJ por ostentar bens muito superiores ao que seria lícito possuir atentos os seus modestos vencimentos de autarca...

Quem cabritos vende e cabras não tem, de algum lado lhe vem!, diz a sabedoria popular...

No entanto em plena campanha (o JN deixou para a posteridade esse lamuriar persistente e obsessivo...) dizia-se vítima de invejas e ciumes dos adversários.
Vemos  outros, de outros quadrantes (Sócrates, Lula da Silva, Mesquita Machado, Valentim Loureiro...) a glosarem o mesmo tema, baterem na mesma tecla, que já é tempo de se acabar com tal náusea! E todos além de se dizerem vítimas de invejas acrescentam que "dormem de consciência tranquila!", outra cassete muito popular...

A inveja existe, não se pode negar, mas quando alguém é criticado objetivamente por factos concretos, não é digno de atenção se vem com tal argumento. Já é fastidioso o presidente da câmara tal vir a público queixar-se dos invejosos opositores quando eles, no exercício do seu direito/dever agem com atenção em defesa da coisa pública.
E o que é demais é erro! Basta de vitimizações  pacóvias e de coitadinhismos parolos!