rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.

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Penso, sonho, trabalho, amo... logo, existo!

sábado, junho 17, 2006

O olhar de uma criança é...


O olhar de uma criança
É Deus sorrindo p'rá gente!
É o futuro, é a esperança
Num mundo bem diferente!

O olhar de uma criança
São estrelas reluzentes...
São o mar, é a bonança,
São faróis omniscientes!

O olhar de uma criança
É luz e sabedoria...
É Jesus que nos alcança
Dando paz e alegria!

O olhar de uma criança
É sortilégio bendito!
É uma boa aventurança
É o Amor no infinito!...

Rouxinol de Bernardim

12 Comments:

Blogger SentadaAoLuar said...

Criança, a idade da inocência!!
Vai um Tango? ;)

11:46 PM  
Blogger Claudia said...

o olhar de uma crianças é a coisa mais maravilhosaque há.
as crianças sao pequenos seres que nos conseguem dar tanta alegria, e sao tao puros tao sinceros, dizem o q pensam, n andam com falsidades.
beijito

5:50 AM  
Blogger Ana S. said...

Rouxinol com o teu poema
muita verdade dizes
gostei muito do tema
deixas as crianças felizes

Obrigado pela visita ao meu pequenino blog. Volta sempre. beijos

10:33 PM  
Blogger Poesia Portuguesa said...

Eu sou Mãe! Sei o que é esse olhar...e o amor que existe em cada um deles, de dar e receber...

Grata por este momento... ;)

11:01 PM  
Blogger Mana Má said...

Não existe nada mais saudável que a inocência das crianças, neste caso poderemos aplicar uma das frases mais bonitas, tal como:
-" O melhor do Mundo são as crianças"!!!
Há duvidas?!!!
Com tudo isto...

Um Mau Dia!!!! ;)

1:34 AM  
Blogger Zig said...

No olhar de uma criança está a inocência, a esperança e a felicidade natural. Ainda bem que seja assim, porque se já tivessem as preocupações dos adultos, acabava-se logo esse sorriso. Nós os adultos só temos que apreender com eles.
Bem, nasci no dia da criança....

Obrigado pelo comentário no meu blog, volta sempre!

3:05 AM  
Blogger AS said...

Um poema lindo, onde em cada palavra se lê um pouco de ternura...

4:38 AM  
Blogger topas said...

Bonito!!!!

http://maistopas.blogspot.com/

10:37 AM  
Blogger Vítor Sousa said...

Depois de ter vertido algumas linhas no meu blogue, temo que dele perca o rasto, o que inviabilizaria a leitura da minha resposta. Espero que não considere impertinente a transposição daquela para este espaço.

"Rouxinol de Bernardim, agradeço, antes de mais, a sua visita e os primeiros vestígios que abandonou neste espaço. Imergindo na dissecação das suas palavras, sou obrigado a rechaçar a concepção de "pessoano" que exprime, a qual estabelece uma velada - e não sei se premeditada - associação entre a exaltação da obra de Pessoa e uma religião (com Jesus), ou ideário político (com Marx). As diferenças são óbvias, já que Pessoa nunca se assumiu como arauto da redenção plena ou portador dos antídotos que a ela conduzem. Também nunca forjou uma doutrina histórico/política destinada a ser perfilhada por sequazes oblíquos, que acreditam na inexorabilidade daquele trilho. Os "pessoanos" não são acríticos, nem reféns de um fascínio que mutila a lucidez e a autonomia mental. "Pessoano" é o cultor da obra de Pessoa, tributária de uma genialidade arrebatadora. No epílogo do seu comentário está a o móbil dos pessoanos: "Pessoa merece a eternidade"."

---------

Cumprimentos

11:14 AM  
Blogger Cruzeiro said...

As crianças são o melhor do mundo, e o seu olhar transmite uma inocencia unica.
Obrigada pela visita, volta sempre.

10:43 AM  
Blogger Joshua said...

Ainda bem que fala nelas, nas divinas e vulneráveis crianças, porque as notícias dão-nos conta de situações e abusos tão impossíveis de conceber e que exigem a vigilância de todos os cidadãos, pois há quem não zele por elas como se fossem Deus.

Quanto a outras coisas mais rasteiras, o futebol, por exemplo, um dia ainda provarei o que há de inócuo e até santo no nosso vernáculo. Por exemplo, quando D. Afonso Henriques pôs a mãe no sítio, não rezam as crónicas, mas sabe-se de fonte segura, terá dito qualquer coisa como: «Foda-se, finalmente sossegou. Mandona como é, mais um bocado dava eu em paneleiro!»

Abraços

Joaquim Santos

www.joshuaquim7.blogspot.com

1:52 PM  
Blogger rouxinol de Bernardim said...

Ao Vitor de Sousa devo referir que interpretou mal as minhas considerações e a relação que faz é infundada. O local não é propício para mais aprofundamentos.

Ao Joshua, devo dizer que compreendo as apreensões do nosso primeiro rei no tocante ao comportamento materno, mas o "desabafo", francamente...

Este espaço é para dissecar o poema e exaltar as crianças, num mundo onde elas são cada vez mais exploradas, oprimidas e até ... assassinadas por seres sem escrúpulos!

6:16 PM  

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