rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo.

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sexta-feira, junho 21, 2013

QUEM TEM RAZÃO?!

http://madespesapublica.blogspot.pt/2012/12/premios-ma-despesa-publica-de-2012.html

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=660897&tm=8&layout=123&visual=61

O país assiste, atónito, a afirmações totalmente contraditórias no tocante a corrupção.
Cavaco Silva e Cândida Almeida dizem que Portugal não tem corrupção digna de registo. Paulo Teixeira de Morais afirma o contrário...

                                            QUEM TEM RAZÃO?

Todos nós sentimos na pele o estado a que chegou o país. Dívidas e mais dívidas, escandalos e mais escandalos. Fraudes e mais fraudes: na banca, na segurança social, na fiscalidade, nas parcerias público-privadas, nos contratos SWAP, nalgumas câmaras municipais (sobretudo em questões de urbanizações...), enfim, só quem fechar os olhos e os ouvidos para não poder ver e ouvir, é que não vê nem ouve!

O que leva o PR (e a Dra Candida Almeida...) a dizerem o contrário?

Magistratura de influência será sinónimo de branqueamento? Fazer pedagogia, cidadania, é esconder a cabeça na areia? Tapar o sol da corrupção com a peneira da hipocrisia é próprio de gente sem ética, é típico de gente sem escrúpulos, é indigno de uma pessoa de bem.

Quando ouvi falar que um certo primeiro ministro mandou silenciar vários casos de doença das vacas loucas, mais preocupado com o impacto economicista, do que na saúde pública, eu fiquei intrigado. Agora, após várias e constantes atitudes controversas, silenciando a verdade para permitir que, na sombra, os seus apaniguados políticos colham dividendos enquanto for possível, eu erradiquei definitivamente as poucas dúvidas que ainda  pairavam.

Entre Cavaco Silva e Paulo Teixeira de Morais, em termos éticos e morais, obviamente, não há comparação possivel. São valores completamente antitéticos. Deixo ao leitor a capacidade para destrinçar o trigo do joio, o bem do mal, a hipocrisia da verdade nua e crua...