
Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.
sábado, abril 21, 2012
terça-feira, abril 17, 2012
O dia em que Jesus também chorou...

Ele caminhava pela estrada e viu um homem chorando. Perguntou-lhe:
__Porque choras, bom homem?
Ele retorquiu:
__Jesus, sou cego, tenho tanta pena de nada ver...
Então Jesus abençoou-o e disse-lhe:
__Cego, vê!
Então o cego passou a ver e deu pulos de alegria bendizendo ao Senhor!
Mais à frente, deparou-se com outro homem chorando. Interrogou-o:
__Então, bom homem, porque choras?
__Senhor, eu sou coxo e não posso andar!
Jesus então abençoou-o e ele começou a andar...
Um pouco mais à frente, outro homem chorava ainda mais. Jesus interrogou-o com doçura:
__Bom homem, porque choras tu?
__Senhor, eu sou português!
Então o Divino Mestre, sentou-se a seu lado e chorou também!...
__Porque choras, bom homem?
Ele retorquiu:
__Jesus, sou cego, tenho tanta pena de nada ver...
Então Jesus abençoou-o e disse-lhe:
__Cego, vê!
Então o cego passou a ver e deu pulos de alegria bendizendo ao Senhor!
Mais à frente, deparou-se com outro homem chorando. Interrogou-o:
__Então, bom homem, porque choras?
__Senhor, eu sou coxo e não posso andar!
Jesus então abençoou-o e ele começou a andar...
Um pouco mais à frente, outro homem chorava ainda mais. Jesus interrogou-o com doçura:
__Bom homem, porque choras tu?
__Senhor, eu sou português!
Então o Divino Mestre, sentou-se a seu lado e chorou também!...
segunda-feira, abril 16, 2012
CARVALHO DA SILVA TERÁ RAZÃO?
Vale a pena ler e meditar neste artigo de Carvalho da Silva no JN.
Será intelectualmente honesto prescindir do diagnóstico (da crise) para agir na terapia?
Qual é o médico que não cuida de saber a patogénese, antes de receitar a terapêutica adequada ao caso concreto?
Ir só debelar ou minimizar os efeitos sem cuidar de actuar sobre as causas, é, no mínimo, imprudência crassa.
Tem sido este, infelizmente, o comportamento bizarro de quase todos os governos nos anos mais recentes.
Há causas exógenas__ há-as sem dúvida, e têm de ser tratadas a nível global pois um só país não consegue obter êxito__ e há também, e em não menor quantidade__ as endógenas.
A crise internacional com todo o cortejo de calamidades que se abateu sobre a economia europeia e todo um rosário de malfeitorias que seria estultícia estar aqui a esventrar, pois daria para um livro inteiro, não explica tudo.
A nível endógeno, há que não olvidar as associações de malfeitores que se alcandoraram a postos chave na banca__ protegidos por eminências nem tão pardas como isso...__ que geraram situações dignas de um Alves dos Reis. Estas situações foram encobertas por falta de supervisão, passe o eufemismo, ou por deliberada conivência de todo um rol de cumplicidades que seria fastidioso elencar.
Negócios governamentais absolutamente nocivos __para a economia e para o Estado, que não para os seus decisores, certamente, tendo em mira os horizontes pós-governamentais. Negócios e investimentos sem retorno imediato e sem utilidade visível para as populações, mais capital intensivos que trabalho intensivos, contribuindo para o desemprego e para o marasmo socioeconómico. Corrupções visíveis ou ocultas, degradando empresas, depauperando câmaras, esvaziando os cofres do Estado, sem que se vislumbrassem vantagens com impacto no tecido económico. Tudo isto contribuiu e de que maneira para o «estado a que chegamos»...
Mas quem vai pagar as favas? Os do costume: reformados, pensionistas, trabalhadores do Estado vítimas dos seus ineptos dirigentes e dos seus corruptos administradores...
Carvalho da Silva tem carradas de razão. O bom senso não é de esquerda nem de direita, está acima das ideologias. Se não estancarmos as causas da crise não sairemos do atoleiro pois por mais dinheiro que entre, tudo se esvai no vendaval da corrupção e do nepotismo...
Será intelectualmente honesto prescindir do diagnóstico (da crise) para agir na terapia?
Qual é o médico que não cuida de saber a patogénese, antes de receitar a terapêutica adequada ao caso concreto?
Ir só debelar ou minimizar os efeitos sem cuidar de actuar sobre as causas, é, no mínimo, imprudência crassa.
Tem sido este, infelizmente, o comportamento bizarro de quase todos os governos nos anos mais recentes.
Há causas exógenas__ há-as sem dúvida, e têm de ser tratadas a nível global pois um só país não consegue obter êxito__ e há também, e em não menor quantidade__ as endógenas.
A crise internacional com todo o cortejo de calamidades que se abateu sobre a economia europeia e todo um rosário de malfeitorias que seria estultícia estar aqui a esventrar, pois daria para um livro inteiro, não explica tudo.
A nível endógeno, há que não olvidar as associações de malfeitores que se alcandoraram a postos chave na banca__ protegidos por eminências nem tão pardas como isso...__ que geraram situações dignas de um Alves dos Reis. Estas situações foram encobertas por falta de supervisão, passe o eufemismo, ou por deliberada conivência de todo um rol de cumplicidades que seria fastidioso elencar.
Negócios governamentais absolutamente nocivos __para a economia e para o Estado, que não para os seus decisores, certamente, tendo em mira os horizontes pós-governamentais. Negócios e investimentos sem retorno imediato e sem utilidade visível para as populações, mais capital intensivos que trabalho intensivos, contribuindo para o desemprego e para o marasmo socioeconómico. Corrupções visíveis ou ocultas, degradando empresas, depauperando câmaras, esvaziando os cofres do Estado, sem que se vislumbrassem vantagens com impacto no tecido económico. Tudo isto contribuiu e de que maneira para o «estado a que chegamos»...
Mas quem vai pagar as favas? Os do costume: reformados, pensionistas, trabalhadores do Estado vítimas dos seus ineptos dirigentes e dos seus corruptos administradores...
Carvalho da Silva tem carradas de razão. O bom senso não é de esquerda nem de direita, está acima das ideologias. Se não estancarmos as causas da crise não sairemos do atoleiro pois por mais dinheiro que entre, tudo se esvai no vendaval da corrupção e do nepotismo...
sexta-feira, abril 13, 2012
SAUDADES...
Monsenhor Óscar Romero que foi arcebispo no arciprestado de San Salvador capital de El Salvador...VER AQUIAssassinado a tiro enquanto celebrava a missa. Era um padre interventivo, não podia calar ao ver o seu povo espezinhado pelos poderosos da sua terra. Pagou com a vida esta postura evangelizadora e progressista. O pecado da omissão, que tantas vezes vemos por aí, quando alguns bem instalados, recebendo gordas prebendas, chorudos «dízimos», contribuem mais para a exploração do que para a redenção do seu povo...E sempre, mas sempre, «encostados» ao poder...
Este foi uma honrosa excepção à triste regra...Pagou com a vida tal ousadia.
Mas é destes, «que se vão da lei da morte libertando», como diria o poeta, que vale a pena falar...
quinta-feira, abril 12, 2012
Deixa-me rir...
Ainda me vou rir quando os «impostores» que nos governam criarem um imposto para o ar que respiramos... é um bem escasso e pode degradar-se havendo muita gente a consumi-lo. Até já sinto «falta de ar» na carteira ao olhar para certos ministros!Tudo nos é roubado! Qualquer dia até nos roubam a alma!!!
quarta-feira, abril 11, 2012
O exemplo de Espanha...
A crise tece as suas malhas e obriga a opções. Nesta localidade espanhola (VER AQUI) a solução encontrada foi a votos...
Está na moda falar agora no chamado «interesse nacional» para atacar as algibeiras dos portugueses (função pública, reformados, pensionistas...), esticando-se a corda até aos limites...
Será que ainda vai pegar moda esta opção?!
Ou então, numa manhã de nevoeiro, um D. Sebastião qualquer virá pôr tudo na ordem?!
Está na moda falar agora no chamado «interesse nacional» para atacar as algibeiras dos portugueses (função pública, reformados, pensionistas...), esticando-se a corda até aos limites...
Será que ainda vai pegar moda esta opção?!
Ou então, numa manhã de nevoeiro, um D. Sebastião qualquer virá pôr tudo na ordem?!
domingo, abril 08, 2012
O dedo de Rui Moreira na ferida nacional!
Rui Moreira hoje, no JN falando das PROMISCUIDADES que estão na génese do status quo actual em Portugal. Excelente.O país vai-se afundando e uma certa elite que vive na promiscuidade permanente com o poder, vai sugando até ao tutano aquilo que ainda há para sugar.
Os limites começam a estar à vista. Ao fundo do tunel começa a visualizar-se um cenário catastrófico: os roubos, os saques, os assaltos... para seguir o exemplo que vem de cima!
sábado, abril 07, 2012
sexta-feira, abril 06, 2012
Todos à rasca!
Mas também há marajás a viver à custa de todos nós, sem qualquer sanção porque esta justiça está mais voltada para punir os «maledicentes» do que os corruptos...Casos como o do BPN deveriam fazer rolar muitas cabeças num país com democracia a sério, com justiça a sério. O país vive no reino do faz de conta, numa paz podre que favorece o florescimento de autenticas máfias que tudo controlam, tudo abocanham, tudo encobrem. Os tráficos de influências e as corrupções mais diversas medram e prosperam só sendo detetadas (se o forem...) se alguém mais corajoso puser a boca no trombone...
Pobre país onde tudo se rouba. Qualquer dia até roubam o trombone...
terça-feira, abril 03, 2012
A moda para o verão...
domingo, abril 01, 2012
A Demissão de Miguel Relvas...

Pinto da Costa e Menezes emergem como figuras de proa da «nova ordem » nacional. O país respira de alivio. Finalmente! Homens certos nos lugares certos!Parafraseando Fernando Pessoa: «Deus quer, os homens sonham, o progresso nasce!»
Após a demissão de Miguel Relvas__ completamente esmagado pela gigantesca manifestação de 31 de Março__ hoje, dia 1 de Abril, o primeiro ministro divulgou já as medidas a tomar face a esta demissão. Escolheu Luís Filipe Meneses para tão espinhoso cargo. Este não se fez rogado, «rei morto, rei posto», e já deu conta dos seus propósitos:
__O país precisa de uma reestruturação a sério. Desde o tempo do marquês de Pombal que isso não era feito. Proponho-me desde já e na sequência do que tenho vindo a propalar no JN, fundir o Porto com Gaia e criar uma megametrópole onde as sinergias criadas e os ganhos pela diminuição de despesas serão de molde a torná-la uma espécie de cidade-estado como no tempo dos Médici em Itália. Denominar-se-á DRAGOLÂNDIA esta terra nova, de ideias novos mas de velhos principios e de ancestrais tradições. Para líder da Dragolândia proponho desde já o Sr Jorge Nuno Pinto da Costa figura incontornável do nortismo e da idiossincrasia popular. Para Lisboa, já é tempo de mudar de rumo. E de nome também. Está tão desacreditada que merece outra denominação. Todos dizem mal de Lisboa, do Terreiro do Paço, desse centralismo prepotente e odioso. Chamar-se-á Olissipo. Há que mudar de paradigmas. Vemos o país a ser gerido por especialistas em ganhar eleições. É preciso pô-lo a funcionar de forma racional com especialistas em bem gerir... em bem fazer.
Quanto a Vila do Conde e Póvoa de Varzim, sempre de costas voltadas, com rivalidades políticas e desportivas sem fim, há que juntar energias, criar novas sinergias, gerar novas potencialidades. Assim, far-se-á uma nova área metropolitana denominada Senhor do Bonfim, terá a sua sede nas Caxinas e terá como presidente o sr Manuel Agonia, o grande impulsionador do núcleo hospitalar Senhor do Bonfim.
Acabam-se rivalidades e todos unem esforças em prol do bem comum.
Consta que Mário de Almeida e Macedo Vieira foram os impulsionadores desta ideia genial. A união faz a força. O país precisa de mãos dadas e não de costas voltadas! Acabou a paródia aos «polacos» e aos «marroquinos», agora, em Terras do Senhor do Bonfim todos trabalham para o mesmo fim: o progresso!
Segundo a «troika» um dos grandes males do país são os processos eleitorais caríssimos e as promessas que alguns fazem para ganharem a todo o custo. Depois da vitória pagam a «factura» à custa do erário público. Isso vai acabar. Os presidentes de câmara serao nomeados pelo governo acolitado por um areópago de sábios onde vão pontificar figuras de proa como Américo Amorim, Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo, Joe Berardo, enfim a fina flor da nossa roupagem empresarial.
Não é suspender a democracia, diz Menezes, é torná-la menos burocrática, mais prática e eficaz!O pragmatismo e a racionalidade em primeiro lugar! O país não pode continuar refém de folclores eleitorais dispendiosos e onde não se escolhem os melhores mas o mais populistas!
Se o povo elegeu o governo, então o governo tem legitimidade popular para fazer nomeações, ou não será? Porquê gastar recursos e hipotecar o futuro dos portugueses com eleições e mais eleições? O povo está fartinho delas, metade da população não quer saber delas para nada, então porquê insistir na farsa eleitoral?
ATENÇÃO: Isto é uma peta do dia 1 de Abril!
sexta-feira, março 30, 2012
quinta-feira, março 29, 2012
domingo, março 25, 2012
A mulher de césar... sempre omnipresente!


O professor António Borges foi escolhido pelo primeiro ministro para supervisionar o processo de privatizações em curso. Fê-lo no pressuposto de idoneidade, competência, escrúpulo e de bom senso que à partida seriam inquestionáveis. No entanto, a recente aceitação de um convite feito por Soares dos Santos para trabalhar em simultâneo, no seu universo empresarial__ apesar de ter merecido o beneplácito do primeiro ministro__ deixa muito a desejar no tocante a eventuais conflitos de interesse que poderão advir no futuro.
Defender os interesses do Estado por um lado, e o interesse de alguns eventuais interessados nas privatizações__ é sabido que Soares dos Santos lidera um conglomerado de interesses empresariais multidiversificados__não augura nada de bom para o futuro.
O país a ser chicoteado pelas agências de rating de forma despudorada, as acções a níveis altamente deficitários, num contexto miserabilista, é sabido que o país poderá ser vítima dessa situação. Impunha-se alguém completamente liberto de amarras privadas, alguém exclusivamente dedicado a esta hercúlea tarefa a fim de garantir um mínimo de credibilidade.
Destarte, o professor António Borges, ao aceitar trabalhar em simultâneo para duas entidades com interesses oponíveis, poderá ser vítima das circunstâncias. Não está em causa a sua seriedade e competência, está, isso sim, a eventual falta de liberdade de ação e limitações constrangedoras para quem deve atenção a dois «senhores: o Estado e a iniciativa privada.
À mulher de César exige-se sempre que além de o ser também o pareça...
domingo, março 18, 2012
Professora suicida-se. A filha interroga-se...
No blogue do escritor Manuel Poppe deparei com esta história bem triste. Uma professora suicida-se devido às agruras da profissão. A filha escreve uma carta e interroga-se sobre o clima envolvente, a escola que estamos a criar e os monstros que vão proliferando ali...
Já não é o primeiro caso de suicídio. Os professores e a sociedade em geral deviam aprofundar esta situação lamentável.
Já não é o primeiro caso de suicídio. Os professores e a sociedade em geral deviam aprofundar esta situação lamentável.
sexta-feira, março 16, 2012
O padre José Luís Rodrigues fala da mentira...

No seu blogue Banquete da Palavra (VER AQUI) o padre José Rodrigues, da Madeira, fala sobre o império da mentira na nossa sociedade. Ela está em toda a parte. A sociedade vive mergulhada nela. Quem é capaz de negar esta realidade?!
Falar verdade é cada vez mais penoso, dá idas ao tribunal, dá perseguições, dá prejuízos enormes. Mentir dá lucros, evita impostos, evita multas, às vezes ... até dá votos!!!
Admiro-me porque é que alguns políticos, sempre a erguer estátuas a isto e àquilo, ainda não mandaram construír uma estátua a esta entidade... para alguns era uma questão de gratidão!!!
Falar verdade é cada vez mais penoso, dá idas ao tribunal, dá perseguições, dá prejuízos enormes. Mentir dá lucros, evita impostos, evita multas, às vezes ... até dá votos!!!
Admiro-me porque é que alguns políticos, sempre a erguer estátuas a isto e àquilo, ainda não mandaram construír uma estátua a esta entidade... para alguns era uma questão de gratidão!!!
A mulher de César... sempre, mais uma vez. Agora é o congresso dos magistrados do M. P.

Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele. A justiça, para ser séria, deve ao menos parecê-lo.
O recurso a financiadores pouco ortodoxos dá uma péssima imagem do M.P. Veja-se aqui todo o estendal de situações, caricatas situações, que poderão advir...
Por vezes, na génese da corrupção, pode estar um congresso... um inocente congresso...
O recurso a financiadores pouco ortodoxos dá uma péssima imagem do M.P. Veja-se aqui todo o estendal de situações, caricatas situações, que poderão advir...
Por vezes, na génese da corrupção, pode estar um congresso... um inocente congresso...
quarta-feira, março 14, 2012
Portugal na rota da Grécia, diz Papandreou
Se alguém ainda tivesse duvidas, elas dissipar-se-iam ao ler este sensato comentário, de quem foi vítima do neoliberalismo que impera e corroi a estrutura da União Europeia.
Portugal continuará a afundar-se, por mais esforços que os portugueses façam, por mais austeridade que se vá impondo. A U.E. e a sua estrutura neoliberal é a causa mortis...
Sem renegociação (ou perdão parcial...) da nossa dívida não iremos lá e a culpa é da própria estrutura neoliberal, dos alicerces especulativos que estão na base da sua arquitetura política e administrativa.
Ninguém se iluda. Se o nariz de Sócrates crescia quando dizia com ênfase : «Nós não precisamos do FMI!», bem sabendo que o que estava a dizer era uma piedosa mentira para acalmar os mercados, também o nariz de Passos Coelho se dilata quando afirma com não menor ênfase:«Nós não precisamos nem de mais tempo nem de mais resgates, vamos conseguir atingir as metas já este ano!»
Ambos, na sua genuína hipocrisia, fartinhos de saber que o que dizem não tem a mínima hipótese de ser verdade, mas usando a ilusão com a mestria de um Luís de Matos...
ESTE NÃO SE ENGANA! O futuro dar-lhe-á razão, mais tarde ou mais cedo, que ninguém tenha ilusões!
Portugal continuará a afundar-se, por mais esforços que os portugueses façam, por mais austeridade que se vá impondo. A U.E. e a sua estrutura neoliberal é a causa mortis...
Sem renegociação (ou perdão parcial...) da nossa dívida não iremos lá e a culpa é da própria estrutura neoliberal, dos alicerces especulativos que estão na base da sua arquitetura política e administrativa.
Ninguém se iluda. Se o nariz de Sócrates crescia quando dizia com ênfase : «Nós não precisamos do FMI!», bem sabendo que o que estava a dizer era uma piedosa mentira para acalmar os mercados, também o nariz de Passos Coelho se dilata quando afirma com não menor ênfase:«Nós não precisamos nem de mais tempo nem de mais resgates, vamos conseguir atingir as metas já este ano!»
Ambos, na sua genuína hipocrisia, fartinhos de saber que o que dizem não tem a mínima hipótese de ser verdade, mas usando a ilusão com a mestria de um Luís de Matos...
ESTE NÃO SE ENGANA! O futuro dar-lhe-á razão, mais tarde ou mais cedo, que ninguém tenha ilusões!
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