Conta hoje o JN que uma senhora simulou um rapto e incêndio do seu carro, provocando até lesões em si própria (no couro cabeludo) por sofrer de perturbações do foro psíquico.
Está na moda esta praxis para colher dividendos. Sobretudo entre as mulheres, algumas claro.
Mas quem deu origem a esta vaga de vitimização?
Sem dúvida que foram os políticos. Veja-se aquele que mandou plantar uma notícia num jornal dizendo que estava a ser alvo de escutas. Sabia que era mentira, sabia que não havia fundamento minimamente credível para tal notícia, mas mesmo assim, não se coibiu de a mandar lançar. E o boato circulou pelos altifalantes mediáticos como uma nova canção da moda, como um facto verídico e altamente injurioso para determinada entidade que importava abater a todo o transe.
Mais tarde, quando já não tinha efeitos práticos , quando o cenário já era outro, veio desmentir tudo. Mas antes, quando decorria a «corrida», sorriu, assobiou para o ar e insinou que sabia ainda mais, mais tarde revelá-lo-ia!...
A montanha mais uma vez havia parido um rato.
Não tenho preconceitos contra mulheres nem contra políticos, mas que por vezes tomam atitudes que não dignificam a espécie hamana (lato sensu) lá isso tomam.
Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.
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sábado, outubro 24, 2009
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