Aí está um motivo de satisfação para Portugal! com a crise a entrar pelos nossos hábitos quotidianos eis que surge uma oportunidade de negócio para o país. Segundo reza o JN (ver aqui) este padre tem poderes para curar a gripe A e coisas similares à custa de água benzida por si.
Era bom que o ministério da economia e o das finanças pudessem rentabilizar esta dádiva, assim como o ministério da saúde, sempre ficava mais em conta do que a vacinação macissa.
O país já teve um, que usava métodos similares e teve um êxito relativo (Scolari, na selecção nacional de futebol), nunca foi suficientemente aproveitado e perdemos oportunidades sem conta. Era bom que este padre, de nome Maçarico, pudesse elevar-nos bem alto em termos de referência científica no concerto internacional. O país precisa de gente desta, capaz de globalizar aptidões e realizar milagres com abundância, o que cada vez está mais raro. É sem dúvida um potencial enorme, um sub-produto de uma religiosidade cada vez mais viva e actuante, onde a fé é pragmática, procura a eficácia acima de tudo, colhendo resultados palpáveis e sendo olhada como autêntico maná celestial. Tolos seremos se não alavancarmos tal sinergia, quiçá concedida pelo Além por influência do Santo Condestável, o novel taumaturgo que honra a Lusitânia.
Oxalá a nossa televisão, sempre com programas pouco felizes pudesse regenerar-se e convidar este clérigo para actuações ao vivo, capazes de multiplicarem urbi et orbi os efeitos benignos da sua extraordinária capacidade de grande taumaturgo da humanidade!
Sócrates, que em tempos alvitrou o choque tecnológico, como panaceia umiversal, talvez possa aproveitar aqui, este salto tecnológico de feição transcendental para colocar Portugal no podium da modernidade! Será um simplex de contornos teocráticos? Quem sabe? Humildemente me rendo a tais poderes e sugiro que se abra uma janela de oportunidade a este talentoso pároco!!!
Honni soit qui mal y pense!
Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.
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segunda-feira, julho 13, 2009
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