
TODOS SOMOS UM RIO
A vida é um rio d'esperança
Que corre lesto, veloz,
E finalmente descansa
Quando atingir a morte, a foz!
E, no mar da eternidade
A vida a desaguar
O infinito invade
Cada rio é um mar...
Cada um de nós é rio
Cada qual com seu caudal
Andámos anos a fio
À espera ... do mar final!
Rio homem ou mulher
Galga as margens da rotina
Temos um leito qualquer
Nosso leito... é nossa sina.
No Tâmega, doravante,
Que ninguém esqueça a lição
Este rio, em Amarante
Tem no leito... um coração!
O coração da amizade
Do convívio salutar
Durará a eternidade
Pois jamais atinge o mar!
NOTA: a todos os presentes no convívio do Amarantinho, pessoal do M.S.A. Grupo Segurador (em especial ao Fernando Gomes e António Pinho), os meus parabéns pela qualidade do serviço e pela ambiência criada. Ao dono do restaurante e ao pessoal que nos serviu, em especial àquelas simpáticas jovens de astral sempre no alto, tiro humildemente o meu chapéu, pois aquela lagosta (1)estava deliciosa, mas quem saboreou a divina lampreia (1), digna de um repasto no Olimpo, também não tem razões de queixa...e foi tão barata a festa!
Post Scriptum: Recebi tantas mensagens de invejosos que, só para os calar , devo confessar que usei liberdades poéticas: a lampreia era um magnífico arroz de frango de cabidela e a lagosta era apenas cabrito...