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sábado, maio 16, 2009

Amarantinho amigo, o fado está contigo.



TODOS SOMOS UM RIO









A vida é um rio d'esperança

Que corre lesto, veloz,

E finalmente descansa

Quando atingir a morte, a foz!




E, no mar da eternidade

A vida a desaguar

O infinito invade

Cada rio é um mar...




Cada um de nós é rio

Cada qual com seu caudal

Andámos anos a fio

À espera ... do mar final!




Rio homem ou mulher

Galga as margens da rotina

Temos um leito qualquer

Nosso leito... é nossa sina.



No Tâmega, doravante,

Que ninguém esqueça a lição

Este rio, em Amarante

Tem no leito... um coração!




O coração da amizade

Do convívio salutar

Durará a eternidade

Pois jamais atinge o mar!



NOTA: a todos os presentes no convívio do Amarantinho, pessoal do M.S.A. Grupo Segurador (em especial ao Fernando Gomes e António Pinho), os meus parabéns pela qualidade do serviço e pela ambiência criada. Ao dono do restaurante e ao pessoal que nos serviu, em especial àquelas simpáticas jovens de astral sempre no alto, tiro humildemente o meu chapéu, pois aquela lagosta (1)estava deliciosa, mas quem saboreou a divina lampreia (1), digna de um repasto no Olimpo, também não tem razões de queixa...e foi tão barata a festa!



Post Scriptum: Recebi tantas mensagens de invejosos que, só para os calar , devo confessar que usei liberdades poéticas: a lampreia era um magnífico arroz de frango de cabidela e a lagosta era apenas cabrito...