

Felizes os povos que têm ao leme uma formiguinha laboriosa sempre procurando o mel (metal vil) para encher a colmeia (cofres) e redistribuír com equidade e magnanimidade por todas as obreiras... Bem aventurados os justos pois deles será o reino dos céus!...
Este sim, tem pautado o seu comportamento pela frontalidade, pelo despojamento (tal qual o Santo Condestável o fez in illo tempore...), pela transparência. Indiferente às críticas de alguns ressabiados, se calhar desejosos de ocuparem o nobre lugar que ocupa, mas não dotados da sua superior craveira técnico-científica para um lugar tão espinhoso. Firme e erecto nos seus princípios de intransigente defesa dos valores da austeridade, do zelo na defesa do erário público, de respeito pelos sãos princípios de gestão economico-financeira, de submissão dos mesquinhos interesses privados ao superior interesse colectivo (da Pólis em detrimento de obscenos lóbis que mais parecem gangs...), ele continua hirto, impávido e sereno ao leme da nau poveira sem olhar ao canto mavioso das sereias plutocráticas (quintas, montes, gomes, dentre outras...) que o querem manipular em seu favor.
Mas ele de há muito que pôs cera nos ouvidos, está couraçado contra lóbis e promotores imobiliários, contra barões e baronetes, contra oligarcas da finança ou capitães da indústria, e segue o seu rumo tendo apenas no horizonte o olhar concentrado no povo, esse sol que ilumina a sua praxis, esse deus que ele cultua sem tergiversar acima de todas as coisas terrenas...
Nunca tão poucos (os seus edis, igualmente sacrificados e empobrecidos pela actuação desprendida, no cargo...) fizeram tanto e receberam tão pouco! Isto diria sir Winston Churchil se fosse vivo e lhe fosse dada a oportunidade de contemplar esta saga de um valor humano incalculável! Tiro o meu humilde chapéu a este sacrifício sobrehumano!
Uma estátua, já! Veja aqui a nobre intenção das gentes poveiras! Me curvo a tão generosa intenção!!! Ala arriba!
Sugiro que se escreva a seguinte frase atribuída a Horácio: «non omnis moriar»!
Queria dizer na sua: «não hei-de morrer todo», ou seja, com a envergadura gigantesca da sua obra colossal, nunca há-de morrer, pois a imortalidade está garantida! Mutatis mutandis, aplica-se ao autarca modelo...
Mas ele de há muito que pôs cera nos ouvidos, está couraçado contra lóbis e promotores imobiliários, contra barões e baronetes, contra oligarcas da finança ou capitães da indústria, e segue o seu rumo tendo apenas no horizonte o olhar concentrado no povo, esse sol que ilumina a sua praxis, esse deus que ele cultua sem tergiversar acima de todas as coisas terrenas...
Nunca tão poucos (os seus edis, igualmente sacrificados e empobrecidos pela actuação desprendida, no cargo...) fizeram tanto e receberam tão pouco! Isto diria sir Winston Churchil se fosse vivo e lhe fosse dada a oportunidade de contemplar esta saga de um valor humano incalculável! Tiro o meu humilde chapéu a este sacrifício sobrehumano!
Uma estátua, já! Veja aqui a nobre intenção das gentes poveiras! Me curvo a tão generosa intenção!!! Ala arriba!
Sugiro que se escreva a seguinte frase atribuída a Horácio: «non omnis moriar»!
Queria dizer na sua: «não hei-de morrer todo», ou seja, com a envergadura gigantesca da sua obra colossal, nunca há-de morrer, pois a imortalidade está garantida! Mutatis mutandis, aplica-se ao autarca modelo...