
Barack Obama vai reforçar de forma substancial as forças «aliadas» no conflito do Afeganistão. Pede ajuda aos restantes membros. Impulsionado pelo prémio nobel da Paz, recém-conquistado, quer conquistar rapidamente a paz, pela força das armas, não vislumbrando outra solução.
O «eixo» muçulmano irá reforçar-se na medida das suas possibilidades: mais suicidas, mais bombas, mais captação de fundos em todo o universo de Alá!
O atoleiro afegão jamais parará! Não há solução sem um reflexão profunda sobre a teleologia belicista. Ambas as partes chamam «terrorista» à outra. Ambas têm carradas de razão!!!
Quem começou primeiro?!
Ambas as partes se acusam mutuamente. Quiçá com razão. Onde vai levar esta orgia belicista?
Era bom que se analisasse a possibilidade de um encontro. Era útil usarem todos os meios pacifistas para se evitar tanto derramamento estúpido de sangue, tanto esbanjamento de recursos, tanta teimosia estulta, de parte a parte!
A negociação é de todo em todo impossivel? Será que a imposição de uma democracia (corrupta e cheia de vícios) é legítima a quem apenas quer uma teocracia?!
Era bom que os pensadores lúcidos de ambas as partes (será que a lucidez está apenas no ateísmo?!) meditassem bem no julgamento da História. Não importa quem ganhará (será sempre de Pirro, a eventual vitória...) o que importa é como travar esta escalada, como evitar este desastre, como parar para meditar. O homem é um ser pensante. Os animais irracionais é que pugnam até à morte por coisas fúteis. Há que pôr entre parêntesis certos preconceitos (religiosos, democráticos, belicista) e elevar bem alto a voz da cidadania, dos direitos humanos.
Há que criar um papa ateu, para ser o árbitro neste conflito que rebaixa a espécie humana, que defrauda a expectativa das gentes martirizadas neste conflito sem pés nem cabeça!