rouxinol de Bernardim

Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo.

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quarta-feira, setembro 09, 2015

O drama dos refugiados - fuga ao Estado islâmico...






Migrantes e refugiados do Estado islâmico vinde em paz!


O Papa fez um discurso emocianado apelando às paróquias de toda a Europa no sentido de acolherem famílias fugidas à barbárie que é o Estado islâmico e suas sequelas . Há sempre quem acuse as pessoas generosas de ingenuidade, de masoquismo, sei lá, há pessoas capazes de tudo. A generosidade e a boa fé devem impor-se nesta hora dramática! Mas cautelas e prudência não fazem mal nenhum!

Bem sabemos que por detrás desta fuga macissa poderão acoitar-se alguns dos algozes, camuflados na turba. É possível que tal aconteça. Mas isso não deve impedir que se façam esforços para acolher os verdadeiros refugiados. Destrinçar o trigo do joio deve ser uma tarefa urgente mas necessária. Só quem tiver as condições minimamente indispensáveis para obter o estatuto de refugiado deverá ser acolhido. Uma triagem rigorosa deve ser feita, sem dúvidas. Não pode sofrer o justo pelo pecador. Somos generosos por natureza mas não toleramos abusos e não devemos permitir abusos. Aquando do regresso dos chamados "retornados" das ex-colónias houve alguns abusos mas nada impediu que se acolhessem com dignidade todos aqueles que precisavam de auxílio, de uma palavra amiga, de um carinho. As aves agoirentas __ que sempre existiram e existirão...__ calaram-se quando o pó assentou e a integração social se concretizou apesar dos dramas então vividos...Por vezes alguns cometem excessos, não podemos confundir uma árvore com a floresta, é abusivo generalizar. Há sempre quem tenha medo de tudo, até da própria sombra, Há medos que roçam a paranóia, e há quem tire proveito desses medos doentios...

Em Portugal poderá ser até  uma oportunidade para o repovoamento do interior. É preciso por essas pessoas em local seguro, alimentá-las e dar-lhes trabalho. Isso é que é importante. Viver a sugar o Estado já temos cá muita gente. Gente demais, pensamos todos.