


A gente bem olha para o alto, mas Deus não intervém, deu-nos o livre-arbítrio, será que os que agora são absolvidos às carradas serão penalizados?! Às vezes pergunto a mim próprio se o chamado juízo final não será uma metáfora destinada a amenizar os juízos críticos de quem observa este fartar vilanagem: eles agora fazem gato-sapato da justiça, mas depois... terão a condenação eterna!
Enfim, a resignação institucionalizada, tantas vezes os fautores da corrupção sorrindo ao lado dos agentes clericais... dos juízes, dos intelectuais capturados...
Enquanto o país vai definhando - e tem o seu reflexo no défice e na contas públicas- sabe-se que a economia paralela se vai agigantando. Os impostos sobem e como reflexo, há a tentação para fugir a eles, saír fora do circuito oficial, enfim é a lei da vida...
Segundo uma tese de mestrado (ver aqui) ela aproxima-se, grosso modo, de um quarto do PIB.
As offshores engordam, os dinheiros paralelos andam por aí em malas «pretas» dos partidos, nas algibeiras de alguns sucateiros que querem levar o país à sucata...
O país vai isaltinando e valentinando e tudo continua como dantes quartel general em abrantes...
E ai de quem disser mal disto, ainda é acusado de anti-patriota ou anti-partidos...
O país está a saque e os decisores políticos, quase todos, abrigam-se à sombra de uma legislação permissiva e de juízes capturados que fazem vista grossa e tiram dividendos da situação...
Quantas prescições não foram meio- caminho andado para subir na hierarquia?!
Quantos ouvidos de mercador não foram o leit-motiv para promoções rápidas e classificações altissonantes? Quantas «falta de provas» não foram mentiras de bradar aos céus!?
Se as paredes (e as gavetas...) dos tribunais falassem...
D. Corrupção anda por aí, bem vestida, usando carros de alta cilindrada, todos a cumprimentam e fazem salamaleques, vai à TV lançar umas oratórias vitimizadoras e continua a coleccionar condecorações e prebendas. Tem ruas com o seu nome e até estátuas...
E quando os órgãos de comunicação social sérios e honestos a atacam, ela vai à TV e desacredita-os, acusa-os de campanhas negras, de obsessão persecutória, de maledicência...
Segundo uma tese de mestrado (ver aqui) ela aproxima-se, grosso modo, de um quarto do PIB.
As offshores engordam, os dinheiros paralelos andam por aí em malas «pretas» dos partidos, nas algibeiras de alguns sucateiros que querem levar o país à sucata...
O país vai isaltinando e valentinando e tudo continua como dantes quartel general em abrantes...
E ai de quem disser mal disto, ainda é acusado de anti-patriota ou anti-partidos...
O país está a saque e os decisores políticos, quase todos, abrigam-se à sombra de uma legislação permissiva e de juízes capturados que fazem vista grossa e tiram dividendos da situação...
Quantas prescições não foram meio- caminho andado para subir na hierarquia?!
Quantos ouvidos de mercador não foram o leit-motiv para promoções rápidas e classificações altissonantes? Quantas «falta de provas» não foram mentiras de bradar aos céus!?
Se as paredes (e as gavetas...) dos tribunais falassem...
D. Corrupção anda por aí, bem vestida, usando carros de alta cilindrada, todos a cumprimentam e fazem salamaleques, vai à TV lançar umas oratórias vitimizadoras e continua a coleccionar condecorações e prebendas. Tem ruas com o seu nome e até estátuas...
E quando os órgãos de comunicação social sérios e honestos a atacam, ela vai à TV e desacredita-os, acusa-os de campanhas negras, de obsessão persecutória, de maledicência...
O país precisa de um novo paradigma, de uma nova ordem económica e social. A mentalidade reinante está enfeudada a este capitalismo selvagem que tudo devora, até as consciências...