Qualquer um de nós pode vir a ser chamado para a causa de Deus. É a lei da vida. Quem percorre este vale de lágrimas pode ser tocado, ser alvo de um chamamento. O país precisa de monges, de gente que se preocupe com a alma. Faz falta mais monges e monjas. Em Myanmar eles são uma força poderosa. No Tibete eles são porta-bandeiras dos direitos humanos e da liberdade. Por que não em Portugal se começar a pensar no aumento da população monástica?
Com o desemprego que grassa, levando alguns para a criminalidade, o que é feio, dá péssima imagem do país, a ida para os mosteiros era muito mais lógica e útil do que a ida para as prisões... Talvez a justiça comece a repensar esta opção, mais lógica, mais racional, menos dispendiosa... Quem sabe se alguns políticos queiram fazer a opção monacal?! Talvez fossem mais úteis no mosteiro... que no poleiro...
Era bom que o exemplo da Irmã Raquel fosse seguido. A taxa de desemprego diminuiria drasticamnte. Quiçá a criminalidade também. Portugal subiria uns furos no ranking da espiritualidade pura. A fé dizem que é uma energia renovável e limpa. Limpissima!
É claro que a população que frequenta as discotecas diminuiria dada a migração óbvia. Mas a música celestial dos mosteiros também tem os seus atractivos. Frei Hermano da Câmara que o diga. Quem sabe se o próprio vírus que anda para aí a causar danos terríveis, fosse erradicado à custa das preces da população monacal?!
Talvez, talvez. O vírus da corrupção alastra, é pandémico, é uma labareda que vai queimando tudo e todos... Poucos escapam...
Que o exemplo da Irmã Raquel seja seguido, é o meu voto sincero! que Deus a cumule de bênçãos!
Irmã Raquel, símbolo da Virtude
Tão Pura, Vestal, tão cheia de Graça,
Se entregou toda a Deus, em Plenitude!
Rejubilam todos: o Monte e... a Praça!!!
rouxinol de Bernardim