Maria José Morgado uma lutadora anti-corrupção, afirma que a presença do FMI pode potenciar o aumento da criminalidade neste âmbito. Não acredito. Julgo que uma das imposições do FMI será um controlo mais apertado sobre empreitadas e sobre gastos públicos diminuindo assim as probabilidades de corrupção. O país precisa de despedimentos mais fáceis, sobretudo na esfera política. Cito exemplos: Seria criado um dispositivo legal que fizesse perder o mandato a quem não cumprisse regras escrupulosas no cumprimento dos concursos públicos. Não seriam admitidas excepções e as urgências só devidamente fundamentadas por entidades de supervisão para isso criadas. Ministros, presidentes de câmara, administradores de grandes empresas sentiriam o lugar em perigo e pensariam duas vezes antes de prevaricar... O que se passa agora é que a lei é permissiva, admite excepções de forma tão aligeirada que de facto é incentivo à corrupção. Não é coercitiva. O país precisa de mudar para melhor. O FMI ao vir há-se trazer disciplina, controlo, mais fiscalização. Isso é o que faz falta neste país. O povo exige-o. A decência impõ-no!A corrupção é tão grande que desmotiva os próprios votantes. Esta democracia é cada vez mais uma caricatura, um abastardamento, da vera democracia.
Marinho Pinto propõe mesmo a greve às eleições como cartão amarelo ao sistema. Na senda do que Saramago propugnou num dos seus romances. O país tem de manisfestar o seu descontentamento. Os deputados são eleitos por uma máquina de investidores nas campanhas. Os bancos e os barões estão por trás deles. Logo, eles não passam de marionetas, de vozes de um dono cada vez mais asfixiante e predador... É tempo de dizer não, à farsa! Democracia isto?! Há cada vez mais uma sanguessugocracia institucionalizada! Até os jornais são controlados por essa máfia infecta e putrefata. Veja-se que que se passa actualmente no JN!!!! Um nojo!!!Um dia publicarei algo que vai mostrar a face oculta deste jornal!























