
Se eu fosse presidente da República, num momento destes, chamaria os partidos e dir-lhes-ia mais ou menos isto:Um blogue plurifacetado procurando abordar questões de interesse sob perspectivas diversificadas. A independência sim, mas sempre subordinada a parâmetros de bom senso, de optimismo e de realismo. O mundo e a sociedade sob o olhar atento e desassombrado de um cineasta do quotidiano, um iconoclasta moderno, sem peias, sem tabus, sem preconceitos.

Se eu fosse presidente da República, num momento destes, chamaria os partidos e dir-lhes-ia mais ou menos isto:
«Minha querida, tu és a rocha que Deus me deu, a âncora onde repouso após um dia estafante, o oásis no deserto ...»
E se olhar no horizonte, verá um mar de prosperidade para todos nós. A crise será a oportunidade que nos irá abrir as portas do sucesso. O nosso sucesso, claro.
O arménio Calouste Gulbenkian era conhecido pelo «senhor cinco por cento» pois era normalmente esta a percentagem que usufruía nos negócios do petróleo. Grande amigo de Portugal... Grande parte do seu património gerou a fundação com o seu nome.
Fernando Pinto, o brasileiro que preside à TAP, quis mostrar que tem espírito altruísta e vai daí, abicou de dez por cento da sua remuneração a fim de dar um exemplo a todos, num momento particularmente crítico nas nossas contas públicas...
Elas são observadoras do FMI e já estão a preparar no terreno a chegada do núcleo duro. Sócrates não sabe de nada ainda.Elas procuram observar os veros predadores da economia nacional. Sim, aqueles que corropem políticos, dando luvas para obter favores, os tais presuntos oferecidos para receberem em troca autênticos porcos...
Rafael Bordalo Pinheiro, o grande caricaturista, retratou-a assim. Mas assume cambiantes diversas e pode estar metamorfoseada em rostos distintos, usar gravatas berrantes, perfumes gritantes, andar em carros espampanantes... dar muitas entrevistas para os jornais locais, regionais, nacionais...até pode aparecer muitas vezes na TV, ela, a grande porca, é a vera responsável pela pobreza nacional, e, para germinar um magnata, há milhares de vítimas de mão estendida... Essa é que é a questão. Não há inveja dos ricos, oxalá todos o pudessem ser, há isso sim, a consciência de que esse dinheiro malbaratado(por governantes, autarcas, administradores de grandes empresas públicas...), se fosse aplicado em fins sociais e economicamente reprodutivos, o país teria outro rosto, a riqueza estaria mais bem distribuída, nem ficariam tantos anos no «poleiro» alguns que muito amam, dizem eles, porque muito mamam...
O padre Amaro (criação do escritor Eça de Queiroz)...



Foi na Base Aérea número 1 - Sintra (Granja do Marquês)- onde conheci este velho amigo. Agora com uma pintura excelente respira saúde por todos os poros... Gosto de o ver assim!
A crise chegou à América! Coitados, fogem para Cuba, agora que esta abriu à iniciativa privada!
Dentro de poucos anos com o know how dos americanos e as potencialidades locais, Cuba será um país próspero... espera-se que deixem entrar todos os americanos ...Será que Bush vai explorar as jazidas de petróleo que ali existem?!


Um acidente de viação foi fatal para cinco caxineiros que regressavam de Vigo e a viatura em que seguiam embateu num camião estacionado na berma da estrada. Mais uma tragédia enluta esta terra-mártir. Agora não foi o mar, foi em terra. Tantas dificuldades para a classe piscatória, assoberbada com problemas de toda a ordem e agora esta tragédia vem recrudescer ainda mais a difícil situação em que vive.
MARIEMA, a «sueca de Campo de Ourique»
